
Um blog original e imparcial sobre a categoria máxima do automobilismo. Neste espaço você irá encontrar notícias comentadas, vídeos, fotos, curiosidades, análises, história e muita opinião.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
GP da Turquia - Comentários

sábado, 29 de maio de 2010
sexta-feira, 28 de maio de 2010
GP da Turquia - Preview
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Do Baú... - Parte 8
quarta-feira, 19 de maio de 2010
Mais uma dose...
Das inesgotáveis possibilidades do estudo da Linguística – uma das ciências mais complexas, apesar da aparente simplicidade –, talvez a mais me fascinante é a “Análise do Discurso”. Além de sua utilidade no campo específico das línguas, ela é de tremendo valor quando nos colocamos a investigar o que está implícito na fala de políticos, por exemplo.
Na área referida, muitos nomes se destacam. Peço licença a todos os outros para citar apenas um, o francês Michel Pêcheux.
Pêcheux foi o fundador da teoria que conecta "ideologia" e "linguagem": em outras palavras, ele foi o primeiro a teorizar sobre a materialização de um pensamento através das escolhas lexicais/gramaticais feitas por alguém. Para ele, o discurso era uma espécie de ponto de encontro das duas vertentes.
"Mas o que tudo isso tem a ver com Fórmula 1?", afinal. É que resolvemos, hoje, aplicar uma pequeníssima parcela da teoria de Pêcheux sobre o discurso de um jornalista pertencente à classe citada no último post.
Sempre antenados às informações sobre Ayrton Senna, em virtude dos 16 anos de sua morte não foi difícil constatarmos que a quantidade de matérias relacionadas ao piloto é enorme. Muitos usam da imagem do piloto para atrair leitores/espectadores/etc, seja pra louvar ou para pisar.
E o jornalista Ivan Capelli - da 'família' do Grande Prêmio - seguiu bem a segunda opção.


terça-feira, 18 de maio de 2010
Engov

Também hoje, saiu o primeiro comentário de Damon Hill sobre a decisão de punir Schumacher, comentada à exaustão nos últimos dois dias, e usada como prova de manipulação/favorecimento por parte da imprensa, como apontado na coluna do GP Total.
Damon Hill disse que esperava exercer uma função diferente da qual fora designado: "Eu imaginei que estaria lá como consultor, dando um auxílio para os gestores, que então tomariam suas decisões", disse. Para Hill, é questionável "se é justo que os corredores estejam na posição de quem deve interpretar os regulamentos".
Isto posto, o campeão mundial de 1996 afirmou que sentiu "desconforto" por ter de julgar "um incidente envolvendo Michael", mas que "agiu certo" e ser comissário foi "uma experiência fascinante".
Mas o que mais chamou atenção na declaração do ex-piloto foi quando se referiu ao pós-punição: "Já recebi vários e-mails de pessoas me acusando de preconceito".
Certos jornalistas brasileiros, mesmo estando fora da Globo certamente estão não entre os que mandaram e-mail para Damon Hill, mas sim nos que o consideram "vingativo" ou "rancoroso" e mais ainda que vêm a ocorrência da punição "somente" - sic - porque Hill era comissário. Nesse grupo de jornalistas, encontram-se tanto fãs do alemão quanto de Massa, e o interesse em tornar essa falácia numa verdade é distinto, mas culmina com a célebre frase: "O inimigo do meu inimigo é meu amigo".
Assim, temos um caso raro de união entre abutres e papagaios de pirata.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
GP de Mônaco - Comentários
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Mr. Mônaco
quarta-feira, 12 de maio de 2010
GP de Mônaco - Preview
segunda-feira, 10 de maio de 2010
GP da Espanha - Comentários


quinta-feira, 6 de maio de 2010
Senna X Mansell

Outro grande épico da carreira de ambos foi o GP da Hungria de 1989, reconhecida como uma das maiores vitórias de Mansell depois de Inglaterra-1987. Lá, o inglês protagonizou uma das grandes ultrapassagens da história recente da Fórmula 1.
Mas, conforme prometido, iremos nos focar nos GPs ocorridos na Espanha, e também no maior país da península ibérica houve dois momentos históricos dessa disputa. Por razões distintas, são alguns dos mais importantes da Fórmula 1 recente.
Senna e Mansell disputavam a liderança não somente da corrida mas também do campeonato. Alternaram a primeira colocação, e nas voltas finais, aparecem colados. Na entrada da reta de chegada, Senna está à frente de Mansell...
Porém, podemos entender a disputa de Senna/Mansell como a mais apertada de todos os tempo pelo seguinte: no caso de Barrichello/Schumacher, o alemão cedeu a vitória ao brasileiro, portanto, a chegada foi premeditada; e no caso de Gethin/Peterson, os cronômetros não registravam milésimos, de modo que a diferença pode ter sido de 0.010, mas também pode ter sido 0.019.
Episódio 2: Barcelona/1991
A grande diferença se dava no motor - não necessariamente na potência, mas no usufruto desta. Naquele dia, a McLaren esboçava uma reação, com Berger na pole e Senna (3º) ultrapassando Mansell (2º) logo na largada. Porém, problemas de estratégia reduziram a vantagem da McLaren a pó, e na grande reta Mansell entrou colado em Senna...
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Gilles
O artigo falava daquele que talevz tenha sido o mais eletrizante Grande Prêmio de Fórmula 1 em solo espanhol, e um dos maiores de todos os tempos. E não porque tenha acontecido algum daqueles desempenhos individuais acachapantes, mas sim por ter sido uma corrida disputadíssima: apenas 1,5 segundos separavam o 1º e 5º colocados na linha de chegada.
Na coluna, Ramos reproduz uma frase de Senna sobre o espetáculo: "Nem antes, nem depois houve um Grande Prêmio com a mesma qualidade deste. Só de assistir deu para ficar com as mãos suadas. Meus cumprimentos a todos os pilotos que participaram desta incrível corrida".
O vencedor? Um certo Gilles Villeneuve...
terça-feira, 4 de maio de 2010
GP da Espanha - Preview
domingo, 2 de maio de 2010
16 anos... - parte 2
É importante lembrar que a Tamburello deixaria de existir em 1995 dando lugar a uma chicane, vários metros distante do muro. O último GP de San Marino aconteceu em 2006.