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quinta-feira, 1 de abril de 2010

GP da Malásia - Preview

Chegamos agora ao Grande Prêmio da Malásia, em Sepang. A história do circuito oriental é recente, mas em comparação às outras asiáticas já é quase uma anciã: estamos indo para a 12ª etapa na pista malaia.
Assim como na Austrália, Kuala Lumpur é mais uma pista em que o maior vencedor da história é... Michael Schumacher: o alemão terminou a prova na primeira posição por três vezes: em 2000, 2001 e 2004.
Já comentamos aqui sobre a corrida de 2001 (por nós classificada como uma das 7 Maravilhas da carreira do piloto), mas talvez a etapa de 1999 seja a mais marcante: voltando depois de vários meses afastado em virtude de uma perna quebrada, Schumacher marcou a pole e só não venceu porque foi escudeiro de Irvine na prova.
Prenúncio do que há por vir?...
O segundo maior vencedor da pista é Fernando Alonso, que lá venceu por duas vezes: em 2005 e 2007. Dos atuais, Jenson Button é o outro vencedor, com a conquista do ano passado, que valeu metade dos pontos. Ainda, Kimi Raikkonen (2003 e 2008), Eddie Irvine (1999), Ralf Schuamcher (2002) e Giancarlo Fisichela (2006) venceram no circuito.
Confira aqui um resumo das primeiras 10 etapas.


A previsão para o fim-de-semana é de muita chuva, como aconteceu hoje. Certeza de uma prova movimentada, no mínimo.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Mais um ano se passou...

Chegamos agora ao final de mais uma temporada da Fórmula 1, a sexagésima.

Junto à de 1982, pode ser dita a mais estranha; se assemelha bastante à de 1999, por ter vários vencedores (6), ainda que polarizada por duas equipes, e com um piloto ferrarista fora do campeonato em virtude de acidente; lembra as de 1992 e 2004, pelo início absolutamente enfadonho. Mas foi uma temporada singular no que diz respeito a surpresas. Algumas positivas, outras negativas. Vamos ao "Top 10".
Surpresa 1: Brawn GP
Uma equipe anuncia sua "entrada" pouquíssimo tempo antes do início da temporada e substitui a Honda de horrorosos desempenhos: tem como dar certo? Claro que o pensamento seria: não. Mas deu.
A começar pelos testes: me lembro de ter visto com surpresa e descrença os tempos --invariavelmente, recordes-- registrados tanto por Barrichello quanto por Jenson Button. Em seguida, a estreia na categoria e uma dobradinha nos treinos. Na corrida, o mesmo.
A história de ficção continuou com um dos pilotos vencendo nada menos que seis das primeiras sete corridas e garantindo o título praticamente ali. Depois, na Inglaterra, o romance começou a se findar, com o avanço de outros times.
Mas ainda houve momentos de lampejo, com duas vitórias (uma dobradinha) em momentos onde não se apostava no time inglês. E o final foi tão épico quanto o início: campeã de pilotos e construtores.
Surpresa 2: Jenson Button
O tosco Briatore, com um quê de inveja, atacou os pilotos da Brawn quando, no início do campeonato, eles estavam arrebentando - ou melhor, Button estava. O fanfarrão disse que Button era um "ex-desempregado" e que não podia acreditar no que acontecia.
No entanto, ainda que poucos nutrissem o mesmo desprezo, é difícil aceitar a ideia de que alguém acreditasse.
Apesar do conservadorismo quase judaico de Button na segunda metade da temporada, o desempenho inicial foi algo arrasador, e encontra poucos paralelos na história da categoria - só mesmo os dias mais inspirados de Michael Schumacher & Ferrari.
Button nunca fez o estilo brilhante, arrojado ou "Tutto Cuore". Fez mais o estilo frio, estrategista e que, em determinados dias, podia ser (bem) mais rápido que a concorrência.
Dou destaque para suas vitórias no Bahrein (partiu em quarto e conquistou posições logo de início) e em Mônaco (porque vencer em Monte Carlo, tirando o Olivier Panis, é coisa para os grandes).
Button passa para a história talvez abaixo dos não campeões Moss, Peterson, Gilles e Ickx. Mas, qual compatriotas Damon Hill, Mike Hawthorn e James Hunt, teve seus méritos e soube aproveitar as oportunidades muito bem.
Assim como no campeonato brasileiro de pontos corridos, no mundial de F-1 sagra-se campeão aquele que se prepara melhor e erra menos ao longo da temporada.
Surpresa 3: Rubens Barrichello
No começo do ano, era dado como morto - mais que a própria Honda. Era motivo de piadas e chacotas das mais tacanhas possíveis. A tônica geral era: "está acabado", "ninguém o quer" e "é uma m...". Feito o anúncio de seu contrato, a surpresa foi enorme.
Depois, a competitividade dos Brawn trouxeram ainda mais expectativas. O início foi ruim, especialmente comparando-se ao companheiro de equipe, o que fez com que as mesmas piadas voltassem e até se tornassem mais raivosas.
Erros do piloto - Austrália -, estratégias equivocadas - Espanha, Alemanha -, além de dias obscuros - Hungria - fizeram com que a esperança quase acabasse.
Mas passado o período de domínio de Button, Barrichello ficou ainda mais forte e fez o que se esperava: Dos últimos 10 treinos, foi mais rápido que Button em 9; marcou 8 pontos a mais nesses GPs; terminou metade das vezes à frente, outra metade em posições inferiores.

Entretanto, em muitas dessas 5 "derrotas" teve desempenhos notoriamente melhores em performances que foram castigadas por infortúnios (Cingapura, Brasil e Abu Dhabi), justamente na reta final. Obteve duas ótimas vitórias e uma bela pole, contra apenas dois pódios do companheiro de equipe.

Só que era tarde demais, e não apenas Button mas também Vettel superou Rubens na tabela.

Por fim, conseguiu um contrato com outra equipe, tornando-se agora, além de recordista em GPs, o piloto presente no maior número de temporadas.
Surpresa 4: Lewis Hamilton
Surpreendeu negativa e positivamente: a parte negativa veio, principalmente, por conta do episódio do GP da Austrália, em que mentiu de forma clamorosa aos comissários. Também pode-se dizer que (e aí a culpa maior é da McLaren) esperava-se mais de um campeão mundial, especialmente no início da temporada, com as lendárias cinco etapas sem pontos.
Mas a sua ascensão na parte final do campeonato (foram 5 pódios nas últimas 8 corridas, sendo duas vitórias), quando foi o piloto que marcou o maior número de pontos --40--, mostrou o verdadeiro talento que tem. Houve um tropeço em Monza, que fê-lo voltar a ser questionado, mas a vitória na etapa seguinte selou as dúvidas.
Encerrou o ano na frente, com uma pole e uma provável vitória em Abu Dhabi -- que só não se concretizou por conta daquela que foi a primeira falha mecânica da carreira de Lewis (!).
Surpresa 5: Ferrari
Assim como Hamilton, surpreendeu de maneira positiva e negativa.

A parte negativa fica por conta do pior início de temporada em toda a história da "Scuderia". Um carro mau concebido, muito em parte pelo desenvolvimento excessivo do projeto de 2008, a proibição de testes e as mudanças de regulamento - que fizeram outras equipes largarem à frente da Ferrari - foram fatores que determinaram esse fracasso.

No entanto, os desempenhos de Kimi na segunda metade da temporada (o oposto da Brawn) merecem o destaque positivo: a vitória na Bélgica e os 4 pódios seguidos foram uma demonstração de muito trabalho por parte da equipe italiana. No entanto, assim como Lewis, esperava-se muito mais da campeã de construtores.

Ficaram dois problemas pendentes para Alonso e Massa: a falta de rapidez nos treinos, e a impossibilidade de bom rendimento em pistas de rua - apesar do pódio em Mônaco, lá no início.
Surpresa 6: Force India

Poderíamos citar Giancarlo Fisichela como a grande surpresa, mas seu desempenho aquém do esperado na Ferrari faz com que não seja ele o escolhido.

No entanto, o que aconteceu em Spa, muito mais que a vitória de Kimi, foi um desempenho absolutamente histórico. Não houve a repercussão necessária e merecida. A Force India passou de "a equipe que jamais pontuou" (nem na versão anterior, a Spyker) para uma pole-position e a segunda colocação na corrida.

Podemos dizer, também, que a vitória de Kimi em muito se deveu ao poder do KERS --vide ultrapassagem pós Eau-Rouge--, inexistente na Force India. Analisado isoladamente, o feito da Force India em Spa/2009 se assemelha à Toro Rosso em Monza/08, à Toleman em Mônaco/84 e à Arrows na Hungria/97.
Como que para reforçar o merecimento da equipe, Adrian Sutil conquistou um memorável quarto lugar no GP da Itália, etapa seguinte.
Surpresa 7: Red Bull

Mesmo que possamos ponderar mil vezes o desempenho da Red Bull, falando sobre os motores Renault ou da enorme quantidade de dinheiro que é investida na equipe, continuaremos sem explicar a belíssima temporada do time austríaco.
A escuderia, que até ano passado contou com o trabalho de David Coulthard, havia obtido como melhores resultados três terceiras colocações: Mônaco 2006 e Canadá 2008 com Coulthard, e Nurburgring 2007 com Webber. Só esse ano, foram 5 vitórias e 5 poles, além de outros 9 pódios. Foram 4 dobradinhas, fazendo vom que seja a equipe que mais conseguiu fazer 1-2 nos GPs (A Brawn obteve 3).
Esses fatores são indicativos suficientes para que se coloque a equipe como uma das grandes supresas do ano. Não custa nada lembrar, também, que já no início do ano a RBR conseguiu andar próxima das Brawn GP, mesmo sem contar com os difusores - superou Williams e Toyota, que contavam com os famigerados.
E venceu os últimos três GPs do ano. Será que em 2010 isso continua?
Surpresa 8: Saídas/Chegadas
Não surpreende a chegada de Jean Todt (surpreende o "suspense" que tentaram fazer). Não surpreende a saída de Briatore (surpreende, sim, o quanto demorou pra acontecer). Não supreende a saída da Toyota, como disse Trulli (surpreende quando disseram que não sairiam mais).
Não surpreenderam as demissões de Nelsinho (mesmo sem o caso Cingapura) ou de Bourdais (não se adaptou). Não surpeende a transferência de Alonso para a Ferrari (ano passado já estava acertada), nem a chegada de Bruno Senna (afinal, ano passado já era pra ter acontecido).
Surpreende, sim, a saída da BMW (na época, claro). Surpreende a chegada-retorno da Lotus. Surpreende Max Mosley ter "largado o osso".
Surpresa 9: Kobayashi
Surpresa grata foi esse garoto. O queridinho da crítica, no momento. Fez por merecer.
Kamui Kobayashi, em apenas duas apresentações, já tem sido celebrado como um dos maiores pilotos japoneses de todos os tempos.
É verdade que ainda lhe falta um resultado "genial" como o pódio de Aguri Suzuki no Japão/1990, a "longevidade" de Satoru Nakajima ou até mesmo a rapidez (sim...) de Takuma Sato. No entanto, Kobayashi chamou a atenção pela sua doação, por pilotar cada GP como fosse o último.
Foi isso que despertou interesse sobre ele em Interlagos, quando ele segurou Button o máximo que pôde, e depois (aqui e em Abu Dhabi) ainda realizar ultrapassagens incomuns para um estreante. Grosjean e Alguersuari, por exemplo, não fizeram nem metade do que Kobayashi conseguiu nessas duas etapas.

Espero que a saída da Toyota não extermine de vez a "onda japonesa" que mencionei na coluna Interlagos 2009.

Surpresa 10: Renault

Aqui, somente surpresas negativas.

A começar pelo desempenho grotesco: esperava-se, ao fim da temporada passada, que o time francês tivesse assumido o terceiro posto novamente. O fato de Alonso ter sido o piloto que mais marcou pontos nas últimas 8 etapas de 2008 (com duas vitórias, um segundo e quatro quartos lugares), além de Nelsinho ter marcado mais pontos do que em toda a carreira, dava a impressão de que o carro havia encontrado o acerto ideal e esse ano, se não pelo título, brigaria por pódios e vitórias constantemente.
Sobrou um ínfimo terceiro lugar.
A outra, e maior, supresa negativa foi o escândalo de Cingapura 2008 - justamente a pista onde, esse ano, a Renault conquistou seu único resultado decente. Trata-se de um dos episódios mais obsuros da história da F-1 e resultou, em última análise, na possível decisão da saída da equipe do mundial: Carlos Gohsn irá se reunir com o conselho mundial, e pode optar pela retirada das pistas. Caso isso ocorra, lamento, apenas, por Robert Kubica.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Notícias - Parte 14

Hoje, no GP Total, foi ao ar mais uma coluna de Marcel Pilatti, comentando as recentes notícias da Fórmula 1. Como não poderia deixar de ser, o maior destaque é para o desenrolar da trama diabólica da Renault em Cingapura, ano passado.
Outras novidades (como a ida de Fisichella para a Ferrari) não tão quentes também estão disponíveis no texto "Pobre Vítima".
Confiram!

domingo, 30 de agosto de 2009

A culpa é do Zidane...

Está no ar a coluna "Histórico!", de Marcel Pilatti, no site GP Total. A matéria comenta o Grande Prêmio da Bélgica, que aconteceu no último domingo, falando do grande feito de Giancarlo Fisichella que, pilotando simplesmente o pior carro da Fórmula 1, conseguiu uma pole-position e um segundo lugar.

A matéria também coloca outros três "personagens do fim-de-semana": Kimi Räikkonen, o vencedor da Bélgica, que é disparado o melhor piloto do grid em Spa-Francorchamps; Rubens Barrichello, que é o vice-lider do mundial e diminuiu a diferença para o 1º colocado; E a equipe Renault, que é pivô da corrida não pelo que tenha feito durante a etapa, mas por conta de denúncias de manobras escusas no passado.

A coluna fala sobre a repercussão da "denúncia" feita por Reginaldo Leme, e lembra outros dois casos de teorias conspiratórias envolvendo esportistas brasileiros: o já citado Barrichello, dando passagem a Schumacher na Áustria em 2002, e a seleção brasileira, massacrada pela França na final da Copa de 1998.

Dois casos clássicos das "mentiras que os homens contam".

segunda-feira, 25 de maio de 2009

O GP de Mônaco

Mais uma vitória de Button, chegando a verdadeiras marcas históricas. Diante disso, a pergunta que é lançada na coluna do GP Total é: "Jenson Schumacher?".

Confiram a matéria.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

"Meninos, eu vi..." - parte 4

Em 2006, houve uma eleição do "melhor e o pior do ano" no GP Total. Quem clicar no link, rolando a página para baixo, poderá encontrar a minha lista. Minha escolha naquele ano foi de Michael Schumacher vencendo na China. Os motivos, coloquei assim: "Por uma ousadíssima ultrapassagem, por toda a esperança dada aos seus torcedores, por voltar à briga em uma luta já tida por perdida".
Vamos relembrar rapidamente: Naquele ano, Alonso liderava o campeonato desde a primeira corrida, e chegou a obter 4 vitórias seguidas. Ao final da 9ª etapa - exatamente a metade do ano - ele liderava com 84 pontos diante 59 de Schumacher. Uma diferença muito grande, advinda principalmente pelo fato de Schumacher ter abandonado uma corrida, e ter estado fora do pódio em outras duas.
Mas a partir da segunda metade, Alonso teria enorme dificuldades com o banimento dos amortecedores do renault, e Schumacher começou a descontar essa diferença... Na Itália, Schumacher vence, e Alonso tem um motor estourado. Assim, quando a F-1 chegou à China, a diferença entre os dois era de míseros dois pontos (108 a 106).
Alonso marca a pole, e Schumacher é apenas o sexto. No início da prova, o espanhol chega a abrir 20 segundos de vantagem mas, depois de um erro de estratégia da Renault, Schumacher (3º) e Fisichella (2º) facilmente ultrapassam o espanhol, que perdia muito tempo com pneus intermediários na chuva. A partir daí, a luta pela vitória ficaria entre os dois, embora Alonso ainda conseguisse registrar a volta mais rápida na parte final da corrida.
Schumacher vai aos boxes fazer sua troca uma volta antes de Fisichella, que ainda liderava. Logo em seguida, Fisichella faz seu pit-stop, e volta ainda na frente do alemão. A decisão de Schumacher é instantânea, e rápida, como ele sempre foi. Uma despedida digna do piloto. Com essa manobra e a conseqüene vitória, Schumacher chegava a 116 pontos, mesmos de Alonso, mas liderava o campeonato pela primeira e última vez no ano pelo número de vitórias.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

"Meninos, eu vi..." - parte 2

Quando essa série foi programada, a idéia inicial era de reunir 10 grandes momentos da Fórmula 1 dos últimos 18 anos... Um "top 10", como se diz. Mas, à medida que esses momentos foram listados, viu-se que exatamente 5 deles já haviam sido previamente postados no blog. Assim, faríamos 5 breves textos sobre 5 momentos magníficos.
No total, foram selecionadas duas ultrapassagens, três "pegas" na pista, dois notáveis desempenhos de superação, uma pole-position e duas voltas iniciais com diversas ultrapassagens, perfazendo o melhor panorama 1991-2008.
A melhor dessas ultrapassagens foi a da Bélgica, 2000, de Häkkinen sobre Schumacher. Já foi postada, comentada, homenageada, e pode ser vista aqui.
A melhor primeira volta, claro, foi a de Senna, em Donington, e no mesmo post também colocamos a batalha de Ayrton e Prost, em Silverstone. Ambos marcos de 1993, ambos visualizados no mesmo post: este.
Na menção "desempenho de superação", temos a bravíssima corrida da Hungria, de 1997, em que Damon Hill, com o terrível Arrows, por muito pouco não vence. Na verdade, foi publicado no GP Total. Assista.
E, pra completar o que seria os "10 mais", talvez a corrida mais fantástica da carreira de Michael Schumacher. Uma verdadeira aula de pilotagem, e de resistência, contra Damon Hill, na Bélgica, em 1995. Pneu slick na chuva. Acompanhe.
E o video de hoje vem a refletir aquela que certamente foi a melhor corrida da carreira de Kimi Räikkönen, e uma das melhores dos últimos 20 anos. Grande Prêmio do Japão, de 2005. Uma corrida que fez lembrar Ayrton Senna, nessa mesma pista, com a mesma McLaren, em 1988.
Naquele ano, o motor Mercedes, embroa fosse bem na corrida, quebrava em alguns treinos, como foi esse o caso. Assim, Kimi saiu em 17º. Na segunda volta, já estava em 12º. E foi galgando posições - estava com tanque cheio - chegando a estar em 2º na 26ª volta. Foi ao boxes, voltou em 6º. Fez nova "escalada", quando chegou em 1º, na volta 41. Na volta 45, fez seu segundo abastecimento. Voltou em segundo, atrás de Fisichela, a apenas 7 voltas do fim.
Realizou uma perseguição implacável, que culminou com essa pintura de ultrapassagem, na abertura da ÚLTIMA VOLTA. (É por isso que devemos estranhar tanto o 2008 de Räikkönen...)