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sexta-feira, 4 de março de 2011

Top 5 "Injustiças"

No último post, relembramos outro grande momento de Damon Hill e mencionamos seu magnífico GPda Hungria de 1997. Essa e outras 4 corridas fantásticas que resultaram em frustração final foram o tema da mais recente coluna do GP Total.

Você lembra de alguma outra que mereça ser citada?

Damon Hill e a Arrows, em 1997.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Que Saudades Kimi dá!

A Fórmula 1 atual carece de muitas coisas. Principalmente de personagens sensacionais como Kimi Raikkonen. Esse é o tema da coluna publicada no GP Total.


quinta-feira, 1 de abril de 2010

GP da Malásia - Preview

Chegamos agora ao Grande Prêmio da Malásia, em Sepang. A história do circuito oriental é recente, mas em comparação às outras asiáticas já é quase uma anciã: estamos indo para a 12ª etapa na pista malaia.
Assim como na Austrália, Kuala Lumpur é mais uma pista em que o maior vencedor da história é... Michael Schumacher: o alemão terminou a prova na primeira posição por três vezes: em 2000, 2001 e 2004.
Já comentamos aqui sobre a corrida de 2001 (por nós classificada como uma das 7 Maravilhas da carreira do piloto), mas talvez a etapa de 1999 seja a mais marcante: voltando depois de vários meses afastado em virtude de uma perna quebrada, Schumacher marcou a pole e só não venceu porque foi escudeiro de Irvine na prova.
Prenúncio do que há por vir?...
O segundo maior vencedor da pista é Fernando Alonso, que lá venceu por duas vezes: em 2005 e 2007. Dos atuais, Jenson Button é o outro vencedor, com a conquista do ano passado, que valeu metade dos pontos. Ainda, Kimi Raikkonen (2003 e 2008), Eddie Irvine (1999), Ralf Schuamcher (2002) e Giancarlo Fisichela (2006) venceram no circuito.
Confira aqui um resumo das primeiras 10 etapas.


A previsão para o fim-de-semana é de muita chuva, como aconteceu hoje. Certeza de uma prova movimentada, no mínimo.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Notícias - parte 17

Fechando a conta e passando a régua no mês de novembro, publicamos aqui a coluna "Verdades", veiculada no GP Total.
Na lista de assuntos, principalmente Michael Schumacher. Também falou-se de especulações para o ano que vem e otras milongas más...

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Mais um ano se passou... - parte 3

Só para que os leitores saibam: está no ar, no GP Total, a coluna "Top 10", que repdrouz na íntegra o material já postado aqui anteriormente.
De novo, as fotos lá postadas e, claro, o layout -- bem melhor.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Mais um ano se passou...

Chegamos agora ao final de mais uma temporada da Fórmula 1, a sexagésima.

Junto à de 1982, pode ser dita a mais estranha; se assemelha bastante à de 1999, por ter vários vencedores (6), ainda que polarizada por duas equipes, e com um piloto ferrarista fora do campeonato em virtude de acidente; lembra as de 1992 e 2004, pelo início absolutamente enfadonho. Mas foi uma temporada singular no que diz respeito a surpresas. Algumas positivas, outras negativas. Vamos ao "Top 10".
Surpresa 1: Brawn GP
Uma equipe anuncia sua "entrada" pouquíssimo tempo antes do início da temporada e substitui a Honda de horrorosos desempenhos: tem como dar certo? Claro que o pensamento seria: não. Mas deu.
A começar pelos testes: me lembro de ter visto com surpresa e descrença os tempos --invariavelmente, recordes-- registrados tanto por Barrichello quanto por Jenson Button. Em seguida, a estreia na categoria e uma dobradinha nos treinos. Na corrida, o mesmo.
A história de ficção continuou com um dos pilotos vencendo nada menos que seis das primeiras sete corridas e garantindo o título praticamente ali. Depois, na Inglaterra, o romance começou a se findar, com o avanço de outros times.
Mas ainda houve momentos de lampejo, com duas vitórias (uma dobradinha) em momentos onde não se apostava no time inglês. E o final foi tão épico quanto o início: campeã de pilotos e construtores.
Surpresa 2: Jenson Button
O tosco Briatore, com um quê de inveja, atacou os pilotos da Brawn quando, no início do campeonato, eles estavam arrebentando - ou melhor, Button estava. O fanfarrão disse que Button era um "ex-desempregado" e que não podia acreditar no que acontecia.
No entanto, ainda que poucos nutrissem o mesmo desprezo, é difícil aceitar a ideia de que alguém acreditasse.
Apesar do conservadorismo quase judaico de Button na segunda metade da temporada, o desempenho inicial foi algo arrasador, e encontra poucos paralelos na história da categoria - só mesmo os dias mais inspirados de Michael Schumacher & Ferrari.
Button nunca fez o estilo brilhante, arrojado ou "Tutto Cuore". Fez mais o estilo frio, estrategista e que, em determinados dias, podia ser (bem) mais rápido que a concorrência.
Dou destaque para suas vitórias no Bahrein (partiu em quarto e conquistou posições logo de início) e em Mônaco (porque vencer em Monte Carlo, tirando o Olivier Panis, é coisa para os grandes).
Button passa para a história talvez abaixo dos não campeões Moss, Peterson, Gilles e Ickx. Mas, qual compatriotas Damon Hill, Mike Hawthorn e James Hunt, teve seus méritos e soube aproveitar as oportunidades muito bem.
Assim como no campeonato brasileiro de pontos corridos, no mundial de F-1 sagra-se campeão aquele que se prepara melhor e erra menos ao longo da temporada.
Surpresa 3: Rubens Barrichello
No começo do ano, era dado como morto - mais que a própria Honda. Era motivo de piadas e chacotas das mais tacanhas possíveis. A tônica geral era: "está acabado", "ninguém o quer" e "é uma m...". Feito o anúncio de seu contrato, a surpresa foi enorme.
Depois, a competitividade dos Brawn trouxeram ainda mais expectativas. O início foi ruim, especialmente comparando-se ao companheiro de equipe, o que fez com que as mesmas piadas voltassem e até se tornassem mais raivosas.
Erros do piloto - Austrália -, estratégias equivocadas - Espanha, Alemanha -, além de dias obscuros - Hungria - fizeram com que a esperança quase acabasse.
Mas passado o período de domínio de Button, Barrichello ficou ainda mais forte e fez o que se esperava: Dos últimos 10 treinos, foi mais rápido que Button em 9; marcou 8 pontos a mais nesses GPs; terminou metade das vezes à frente, outra metade em posições inferiores.

Entretanto, em muitas dessas 5 "derrotas" teve desempenhos notoriamente melhores em performances que foram castigadas por infortúnios (Cingapura, Brasil e Abu Dhabi), justamente na reta final. Obteve duas ótimas vitórias e uma bela pole, contra apenas dois pódios do companheiro de equipe.

Só que era tarde demais, e não apenas Button mas também Vettel superou Rubens na tabela.

Por fim, conseguiu um contrato com outra equipe, tornando-se agora, além de recordista em GPs, o piloto presente no maior número de temporadas.
Surpresa 4: Lewis Hamilton
Surpreendeu negativa e positivamente: a parte negativa veio, principalmente, por conta do episódio do GP da Austrália, em que mentiu de forma clamorosa aos comissários. Também pode-se dizer que (e aí a culpa maior é da McLaren) esperava-se mais de um campeão mundial, especialmente no início da temporada, com as lendárias cinco etapas sem pontos.
Mas a sua ascensão na parte final do campeonato (foram 5 pódios nas últimas 8 corridas, sendo duas vitórias), quando foi o piloto que marcou o maior número de pontos --40--, mostrou o verdadeiro talento que tem. Houve um tropeço em Monza, que fê-lo voltar a ser questionado, mas a vitória na etapa seguinte selou as dúvidas.
Encerrou o ano na frente, com uma pole e uma provável vitória em Abu Dhabi -- que só não se concretizou por conta daquela que foi a primeira falha mecânica da carreira de Lewis (!).
Surpresa 5: Ferrari
Assim como Hamilton, surpreendeu de maneira positiva e negativa.

A parte negativa fica por conta do pior início de temporada em toda a história da "Scuderia". Um carro mau concebido, muito em parte pelo desenvolvimento excessivo do projeto de 2008, a proibição de testes e as mudanças de regulamento - que fizeram outras equipes largarem à frente da Ferrari - foram fatores que determinaram esse fracasso.

No entanto, os desempenhos de Kimi na segunda metade da temporada (o oposto da Brawn) merecem o destaque positivo: a vitória na Bélgica e os 4 pódios seguidos foram uma demonstração de muito trabalho por parte da equipe italiana. No entanto, assim como Lewis, esperava-se muito mais da campeã de construtores.

Ficaram dois problemas pendentes para Alonso e Massa: a falta de rapidez nos treinos, e a impossibilidade de bom rendimento em pistas de rua - apesar do pódio em Mônaco, lá no início.
Surpresa 6: Force India

Poderíamos citar Giancarlo Fisichela como a grande surpresa, mas seu desempenho aquém do esperado na Ferrari faz com que não seja ele o escolhido.

No entanto, o que aconteceu em Spa, muito mais que a vitória de Kimi, foi um desempenho absolutamente histórico. Não houve a repercussão necessária e merecida. A Force India passou de "a equipe que jamais pontuou" (nem na versão anterior, a Spyker) para uma pole-position e a segunda colocação na corrida.

Podemos dizer, também, que a vitória de Kimi em muito se deveu ao poder do KERS --vide ultrapassagem pós Eau-Rouge--, inexistente na Force India. Analisado isoladamente, o feito da Force India em Spa/2009 se assemelha à Toro Rosso em Monza/08, à Toleman em Mônaco/84 e à Arrows na Hungria/97.
Como que para reforçar o merecimento da equipe, Adrian Sutil conquistou um memorável quarto lugar no GP da Itália, etapa seguinte.
Surpresa 7: Red Bull

Mesmo que possamos ponderar mil vezes o desempenho da Red Bull, falando sobre os motores Renault ou da enorme quantidade de dinheiro que é investida na equipe, continuaremos sem explicar a belíssima temporada do time austríaco.
A escuderia, que até ano passado contou com o trabalho de David Coulthard, havia obtido como melhores resultados três terceiras colocações: Mônaco 2006 e Canadá 2008 com Coulthard, e Nurburgring 2007 com Webber. Só esse ano, foram 5 vitórias e 5 poles, além de outros 9 pódios. Foram 4 dobradinhas, fazendo vom que seja a equipe que mais conseguiu fazer 1-2 nos GPs (A Brawn obteve 3).
Esses fatores são indicativos suficientes para que se coloque a equipe como uma das grandes supresas do ano. Não custa nada lembrar, também, que já no início do ano a RBR conseguiu andar próxima das Brawn GP, mesmo sem contar com os difusores - superou Williams e Toyota, que contavam com os famigerados.
E venceu os últimos três GPs do ano. Será que em 2010 isso continua?
Surpresa 8: Saídas/Chegadas
Não surpreende a chegada de Jean Todt (surpreende o "suspense" que tentaram fazer). Não surpreende a saída de Briatore (surpreende, sim, o quanto demorou pra acontecer). Não supreende a saída da Toyota, como disse Trulli (surpreende quando disseram que não sairiam mais).
Não surpreenderam as demissões de Nelsinho (mesmo sem o caso Cingapura) ou de Bourdais (não se adaptou). Não surpeende a transferência de Alonso para a Ferrari (ano passado já estava acertada), nem a chegada de Bruno Senna (afinal, ano passado já era pra ter acontecido).
Surpreende, sim, a saída da BMW (na época, claro). Surpreende a chegada-retorno da Lotus. Surpreende Max Mosley ter "largado o osso".
Surpresa 9: Kobayashi
Surpresa grata foi esse garoto. O queridinho da crítica, no momento. Fez por merecer.
Kamui Kobayashi, em apenas duas apresentações, já tem sido celebrado como um dos maiores pilotos japoneses de todos os tempos.
É verdade que ainda lhe falta um resultado "genial" como o pódio de Aguri Suzuki no Japão/1990, a "longevidade" de Satoru Nakajima ou até mesmo a rapidez (sim...) de Takuma Sato. No entanto, Kobayashi chamou a atenção pela sua doação, por pilotar cada GP como fosse o último.
Foi isso que despertou interesse sobre ele em Interlagos, quando ele segurou Button o máximo que pôde, e depois (aqui e em Abu Dhabi) ainda realizar ultrapassagens incomuns para um estreante. Grosjean e Alguersuari, por exemplo, não fizeram nem metade do que Kobayashi conseguiu nessas duas etapas.

Espero que a saída da Toyota não extermine de vez a "onda japonesa" que mencionei na coluna Interlagos 2009.

Surpresa 10: Renault

Aqui, somente surpresas negativas.

A começar pelo desempenho grotesco: esperava-se, ao fim da temporada passada, que o time francês tivesse assumido o terceiro posto novamente. O fato de Alonso ter sido o piloto que mais marcou pontos nas últimas 8 etapas de 2008 (com duas vitórias, um segundo e quatro quartos lugares), além de Nelsinho ter marcado mais pontos do que em toda a carreira, dava a impressão de que o carro havia encontrado o acerto ideal e esse ano, se não pelo título, brigaria por pódios e vitórias constantemente.
Sobrou um ínfimo terceiro lugar.
A outra, e maior, supresa negativa foi o escândalo de Cingapura 2008 - justamente a pista onde, esse ano, a Renault conquistou seu único resultado decente. Trata-se de um dos episódios mais obsuros da história da F-1 e resultou, em última análise, na possível decisão da saída da equipe do mundial: Carlos Gohsn irá se reunir com o conselho mundial, e pode optar pela retirada das pistas. Caso isso ocorra, lamento, apenas, por Robert Kubica.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Notícias - Parte 16

Está no ar a coluna "Interlagos 2009", no GP Total, falando sobre as principais notícias do mundo da F1 nessa semana que antecede o Grande Prêmio do Brasil.
Confiram!

domingo, 30 de agosto de 2009

A culpa é do Zidane...

Está no ar a coluna "Histórico!", de Marcel Pilatti, no site GP Total. A matéria comenta o Grande Prêmio da Bélgica, que aconteceu no último domingo, falando do grande feito de Giancarlo Fisichella que, pilotando simplesmente o pior carro da Fórmula 1, conseguiu uma pole-position e um segundo lugar.

A matéria também coloca outros três "personagens do fim-de-semana": Kimi Räikkonen, o vencedor da Bélgica, que é disparado o melhor piloto do grid em Spa-Francorchamps; Rubens Barrichello, que é o vice-lider do mundial e diminuiu a diferença para o 1º colocado; E a equipe Renault, que é pivô da corrida não pelo que tenha feito durante a etapa, mas por conta de denúncias de manobras escusas no passado.

A coluna fala sobre a repercussão da "denúncia" feita por Reginaldo Leme, e lembra outros dois casos de teorias conspiratórias envolvendo esportistas brasileiros: o já citado Barrichello, dando passagem a Schumacher na Áustria em 2002, e a seleção brasileira, massacrada pela França na final da Copa de 1998.

Dois casos clássicos das "mentiras que os homens contam".

segunda-feira, 13 de julho de 2009

GP da Alemanha

Mark Webber venceu em Nurburgring no último domingo, merecidamente, e se tornou o piloto que mais tempo levou até atingir sua primeira vitória na "categoria máxima do automobilismo", o que explica bem suas lágrimas ontem.
O que Webber demorou pra vencer, ele não tardou em pontuar: logo em sua primeira corrida na F-1, Austrália-2002, ele conseguiu uma histórica quinta posição. Detalhe: corria com uma Minardi (também conhecido como o "pior carro de todos os tempos").
Esse e outros tópicos - como o ditado "a língua é o chicote da bunda" ou a histórica primeira (e provavelmente última) vez em que Nelsinho largou na frente de Alonso - são abordados na coluna de Marcel Pilatti no GP Total.
Confiram.


segunda-feira, 25 de maio de 2009

O GP de Mônaco

Mais uma vitória de Button, chegando a verdadeiras marcas históricas. Diante disso, a pergunta que é lançada na coluna do GP Total é: "Jenson Schumacher?".

Confiram a matéria.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Crise

Que tal os amigos darem uma lida na coluna do Edu, lá no GP Total? Está sensacional, pra variar. Um jornalista absolutamente brilhante, revelando que anda em crise com esse esporte que, aos poucos, estamos vendo esmorecer.
Excelente para relembrar. E filosofar.

domingo, 26 de abril de 2009

GP do Bahrein

O GP do Bahrein sempre é a corrida mais chata de todas, mais até do que Mônaco. Aquele pedaço de asfalto no meio de um mundo de areia já traz consigo um aspecto visual pouco agradável e, pra piorar, a prova é sempre o velho marasmo. Dessa vez, tivemos algumas boas disputas no início da corrida, mas à medida que o tempo passava o mesmo filme se repetia.
Jenson Button, mais uma vez, venceu a corrida, completando até aqui 88,5% de aproveitamento dos pontos disputados, e terminando no pódio pela 4ª vez consecutiva. Um desempenho magnífico, sob todos os aspectos. Seria Button o novo Schumacher?
Rubens Barrichello, ainda que tivesse uma estratégia equivocada contra si dessa vez, segue na sua sina: já está 12 pontos atrás do companheiro, e agora ainda tem de lidar com a ameaça (mais do que) real de Sebastian Vettel e a Red Bull. Mais comentários ao longo da semana, nas "Notas do Bahrein".
Confira a classificação do campeonato:

PILOTOS
01) Jenson Button - 31
02) Rubens Barrichello - 19
03) Sebastian Vettel - 18
04) Jarno Trulli - 14.5
05) Timo Glock - 12
06) Mark Webber - 9.5
07) Lewis Hamilton - 9
08) Fernando Alonso - 5
09) Nick Heidfeld - 4
10) Heikki Kovalainen - 4
11) Nico Rosberg - 3.5
12) Kimi Räikkonen - 3
13) Sebastién Buemi - 3
14) Sebastién Bourdais - 1
CONSTRUTORES
01) Brawn GP - 50
02) Red Bull - 27.5
03) Toyota - 26.5
04) McLaren - 13
05) Renault - 5
06) BMW - 4
07) Toro Rosso - 4
08) Williams - 3.5
09) Ferrari - 3
10) Force India - 0

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Notas - GP da China

Cassio

Sebastian Vettel (10) – Pole no sábado, vitória maiúscula no domingo. Primeira vitória da Red Bull, segunda vitória de Vettel, a segunda debaixo de água. Se apresenta para a disputa do título ao lado dos pilotos da Brawn.
Mark Webber (8) – Finalmente o leão de treino correspondeu na corrida! Largou bem, como de costume, e quando foi preciso, apertou o ritmo para vencer a disputa pelo segundo posto com Button.
Jenson Button (7,5) – Não foi um fim de semana brilhante. Largou em quinto, chegou a andar em segundo mas foi deixado para trás por Webber. Mesmo assim foi o suficiente para se manter na ponta do campeonato. Na F1 atual, regularidade basta para ser campeão, e parece que Button já aprendeu isso.
Rubens Barrichello (7) – Nem largando na frente e nem a pista molhada foram suficientes para que Rubens chegasse à frente de Button. Está deixando escapar aos poucos a maior chance da carreira para ser campeão.
Heikki Kovalainen (8) – Finalmente terminou sua primeira corrida no ano. E de quebra, igualou o número de pontos do companheiro de equipe no campeonato, ficando a frente no desempate. Guiou com segurança no piso molhado, e se aproveitou da inconstância de Hamilton para marcar seus pontinhos.
Lewis Hamilton (6) – Alternou entre besta e bestial durante toda a corrida. Ultrapassava três, rodava, e perdia as posições. Ia pra cima de novo, passava de novo, e rodava... de novo.
Timo Glock (8) – Ótima corrida de recuperação, depois dos problemas mecânicos nos treinos. Por outro lado, noto-se que faltou um ritmo melhor da Toyota durante a chuva.
Sebastian Buemi (7) – Largou em uma boa posição, e conseguiu se manter se manter na frente do grid até o final. Bela atuação para um novato.
Fernando Alonso (7) – Uma estratégia de pit equivocada o levou para o fim do grid, sem chances para uma grande recuperação. Mesmo assim, o espanhol foi ganhando posições e quase chegou aos pontos.
Kimi Raikkonen (5) – Se já parecia desmotivado quando tinha um carro competitivo, agora dispensa comentários. Além disso, apresentou problemas no carro durante as primeiras voltas, levando passada de todos os lados.
Sebastian Bourdais (5) – Já começa a comer poeira do novato companheiro de equipe. O fantasma de Bruno Senna começa a ficar cda vez mais nítido em sua cabeça.
Nick Heidfeld (4) – O carro não ajuda, e o piloto menos ainda.
Robert Kubica (3) – Com Kers ou sem Kers, o carro continua lá atrás. Ainda cometeu uma barbeiragem e tirou Trulli da prova.
Giancarlo Fisichella (5) – Atuação mediana na China. Mas o pit stop bizarro na Austrália continua dando o que falar dentro da equipe.
Nico Rosberg (3) – Uma atuação apagada somada a uma troca de pneu na hora errada jogaram o piloto alemão para as últimas posições. ACORDA NICO.
Nelson Piquet (1) – 21 X 0, fora o baile.
Adrian Sutil (1) – Se acidentou e abandonou sem nenhum destaque.
Felipe Massa (7,5) – Vinha bem na corrida, com chances de brigar pelo pódio mesmo tendo largado do meio pro fim do pelotão. Se não fosse a pane elétrica... Ferrari, deixa pro ano que vem.
Kazuki Nakajima (1) - Andou mais fora do que dentro da pista.
Jarno Trulli (5) – Carro com problemas, ainda foi abalroado por Kubica na entrada dos boxes. Fica pra próxima.



Marcel

Sebastian Vettel (10) – Seria exagero apontá-lo como principal candidato ao título ao lado dos pilotos da Brawn?
Mark Webber (8,5) – Uma corrida muito boa, igualando seu melhor resultado da carreira (Nurburgring, 2007). É pena ter um Vettel do lado. Mas poucos lembram que, não fosse a corrida com metade dos pontos na Malásia, Webber teria mais pontos que Vettel.
Jenson Button (7) – Button não fez uma prova excepcional: classificou-se muito atrás do que vinha fazendo, e chegou ao terceiro posto muito mais pela estratégia equivocada da Renault e o desempenho abaixo da média de Rubinho do que por algum mérito que tivesse. Foi ultrapassado com facilidade por Mark Webber. Mas é o líder.
Rubens Barrichello (6) – Pela terceira prova seguida, o brasileiro terminou atrás de Button. Ainda que pese o fato de ter largado na frente (até aqui, o placar das classificações registra 2 a 1 para o inglês), de ter atingido uma velocidade máxima superior à do companheiro, e ter registrado a melhor volta da corrida, fica a clara impressão de que Rubens está com alguma limitação em relação ao inglês. E, do jeito que tudo está acontecendo, pode ser que logo as chances de título se transformem em poeira, outra vez. A corrida de Barrichello foi muito fraca. A explicação dada pelo piloto é a de que ele teve “problemas nos freios”.
Heikki Kovalainen (7) – O finlandês, com o quinto lugar, chegou aos mesmos quatro pontos do companheiro de equipe, mas como foi o melhor resultado (!) da McLaren até aqui, aparece em 9º (Hamilton é 10°). Muito bom pra quem, até agora, não havia completado uma volta sequer.
Lewis Hamilton (5) – Fazia uma corrida genial – guardadas as devidas proporções: o inglês foi o primeiro a realizar alguma ultrapassagem na largada, e seguiu galgando posições. No entanto, uma série de erros acabaram estragando com sua epopéia: Lewis passava alguns pilotos e, de repente, rodava ou escapava da pista, tendo de refazer o que acabara de fazer. O sexto lugar acabou sendo lucro.
Timo Glock (8) – De 19º para 7º. Ótimo.
Sebastian Buemi (7,5) – Apenas a terceira corrida, uma boa atuação, mantendo-se na zona de pontos. Brigas boas com Alonso.
Fernando Alonso (6,5) – Alonso teve lances de céu e inferno: a surpreendente segunda posição no grid – muito motivada por estar mais leve – parecia mais confortável enquanto o Safety-car não deixava a pista. Até que a renault decidiu chamá-lo para fazer seu pit-stop (...) Fernando aplicou uma recuperação sensacional, pulando para o quinto lugar. (...) teve de retornar aos boxes e, na busca pela zona de pontos, acabou rodando.
Kimi Raikkonen (4,5) – Acabou se classificando entre os 10 primeiros (partiu em oitavo), mas na corrida só não era ultrapassado por quem não quisesse. E resultou que o finlandês terminou a etapa em décimo.
Sebastian Bourdais (5) – Bruno Senna!
Nick Heidfeld (3) – BMW ou Honda?
Robert Kubica (2) – Pelo menos ele pode dizer que Senna e Schumacher já fizeram igual.
Giancarlo Fisichella (4) – Como diria Roberto Carlos, "já está chegando a hora de ir...".
Nico Rosberg (3) – Leão de treino. Livre.
Nelson Piquet (1) – Não irei mais comentar.
Adrian Sutil (5) – Ele é bom de chuva, também. Estava em sexto. E tem o pior carro do grid, até que a Ferrai prove o contrário. Aquaplanou.
Felipe Massa (7) – Vinha bem na corrida.
Kazuki Nakajima (1) - who?
Jarno Trulli (5) – Ser zoado pela Mariana Becker é fim de carreira!



terça-feira, 21 de abril de 2009

GP da China

Confiram lá no GP Total a coluna sobre o GP da China. É uma prévia das notas que viremos a dar aqui em breve.

Caso alguém não lembre, a(s) pergunta(s) que eu havia feito eram:

a) pode Barrichello voltar a vencer na China?
b) pode Massa voltar ao pódio na China?

Como diria o famoso Seu Saraiva, "pergunta idiota, tolerância zero!"


terça-feira, 14 de abril de 2009

Notas - GP da Malásia

Cassio

Jenson Button (9) – Não largou bem, mas se recuperou de forma consistente. Foi o mais prejudicado com a divisão dos pontos, mas já é o principal candidato ao título.
Nick Heidfeld (7) – Discreto na classificação, apareceu menos ainda na corrida. Foi correndo com uma parada só e quando viu, chegou em segundo.
Timo Glock (8) – Está mantendo o bom nível desde o ano passado. Acertou na hora de trocar o pneu nas duas vezes em que foi aos boxes e merecia brigar pela vitória. Mas faltou corrida.
Jarno Trulli (7,5) – Bem nos treinos, razoável na corrida. Estava em vias de perder a 4ª posição para Barrichello, antes da interrupção.
Rubens Barrichello (8) – Largou em 8º e foi recuperando posições na pista. Chegou a estar em 3º antes do dilúvio. No fim, saiu no lucro com a vice-liderança do campeonato, a apenas 5 pontos de Button.
Mark Webber (8) – Vinha bem antes do dilúvio, melhorou com a chuva, mas a festa acabou antes do esperado.
Lewis Hamilton (7,5) – Fez boas ultrapassagens, saindo do 13º posto, provando que está mais fácil ganhar posições na pista. Basta querer.
Nico Rosberg (5) – Precisa melhorar seu ritmo de corrida urgente. E este problema não é recente.
Felipe Massa (6) – Não passou para o Q2 pela trapalhada da equipe e pela sua incapacidade de questionar a estratégia discutida com os palhaços de vermelho. Não se assustem. Esta é a verdadeira Ferrari.
Sebastian Bourdais (5) – Está se esforçando. Tenho medo que seja pouco para manter o lugar no time.
Fernando Alonso (7) – Largou muito bem, foi a frente, segurou adversários, mas não deu pra segurar. Foi ultrapassado e se apagou lá atrás, chegando a rodar.
Kazuki Nakajima (5) – Carro 10! Piloto 0! Média: 5!
Nelson Piquet (3) – 20 X 0.
Kimi Raikkonen (10) – Depois de ser zoado pela equipe (dizem que foi o Schumacher) e ver a corrida acabar por incompetência dos donos da F1, foi tomar um sorvete e beber uma coca cola. Melhor, impossível.
Sebastian Vettel (4) – Largou lá atrás, passou por carros mais lentos, mas rodou no molhado.
Sebastian Buemi (2) – Saiu em último e lá deveria ficar. Ainda rodou na chuva.
Adrian Sutil (2) – Dá pra fazer mais com um motor Mercedes, não?
Giancarlo Fisichella (2) – Não fez cagadas, mas também nada digno de nota.
Robert Kubica (3) – Foi traído pelo motor BMW.
Heikki Kovalainen (sem nota) – Ainda não correu este ano. Que a China lhe traga bons ventos.

Marcel

Jenson Button (9) – Realmente, realizou uma má largada, perdendo duas posições, e mais umas, algumas curvas depois. Porém, recuperou-se brilhantemente, marcando, inclusive, a volta mais rápida da corrida. Destaque, também, para sua bela pole no sábado.
Nick Heidfeld (7,5) – Teve bastante sorte, é verdade, ma é um grande lutador. Caso vença uma corrida, superará com largas vantagens o recorde de “vitória com maior número de GPs disputados”.
Timo Glock (8,5) – Era o “vencedor natural” da corrida até certo momento. De qualquer forma, conquista um pódio merecidíssimo para si e para a equipe.
Jarno Trulli (7) – Esperava mais devido aos treinos. Pecou na largada.
Rubens Barrichello (8) – Não se pode dizer que Barrichello esteja mal. Nessa corrida, fez o que tinha ao alcance: já largaria perdendo 5 posições, portanto, optou por sair mais pesado. Fez uma boa largada, mas perdeu muito tempo atrás de Alonso – carro dez vezes pior – ao passo que Button sumiu. É urgente que Barrichello vença (ou ao menos supere Button) na China.
Mark Webber (7,5) – A Red Bull vem apresentando crescente melhora, mesmo sem os difusores, e muito se deve à experiência de Webber. Tem lutado muito.
Lewis Hamilton (7,5) – Tem andado mais que o carro permite.
Nico Rosberg (6) – Leão de treino?
Felipe Massa (6) – Nos treinos, “erro coletivo”. Em corrida, nunca foi bom de chuva.
Sebastian Bourdais (5,5) – Não tem sido uma vergonha, mas percebe-se que “aqui, não é o seu lugar”.
Fernando Alonso (6) – Uma largada estupenda (não é o único que usa KERS, é?), mas depois a deficiência de equipamento falou mais alto, e Fernando errou, até.
Kazuki Nakajima (4) – Briatore disse tudo: “De repente, Nakajima ficou fantástico”.
Nelson Piquet (3) – Coisa que me deixa assustado é vê-lo andando na zona de pontos. Mas logo as coisas voltam ao normal.
Kimi Raikkonen (10) – Eu já falei: essa cara devia correr nos anos 70!
Sebastian Vettel (3) – Fraquinho, fraquinho...
Sebastian Buemi (2) – “Quem me critica, não entende nada de corridas”, disse. Tudo bem, não vou criticá-lo.
Adrian Sutil (3) – Depois de Mônaco-2008, acho que nunca mais.
Giancarlo Fisichella (3) – Discreto.
Robert Kubica (2) – Pouco correu.
Heikki Kovalainen (sem nota) – Muitos já estão comparando o finlandês com michael Andretti que, em 1993, também na McLaren, demorou muito a passar da primeira curva.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Notas - GP da Austrália

Assim como fizemos ano passado a partir do GP da Hungria, esse ano o F1 Critics irá atribuir notas aos desempenhos dos pilotos em cada corrida.
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Cassio
Jenson Button (9,5) – Excelente nos treinos e na corrida. Antes da 1ª parada abriu vantagem suficiente para ficar sempre à frente dos concorrentes. Confirmou a maior zebra da pré-temporada, transformando a equipe Brawn GP na primeira a estrear com vitória desde 1976, e a primeira a estrear com dobradinha desde 1954. Só não leva 10 pois faltou a melhor volta da corrida (e nem precisou).
Rubens Barrichello (8) – Muito bem nos treinos, fez a volta mais rápida no Q2 e ficou em segundo no grid completando a primeira fila, o que não acontecia desde nos tempos de Ferrari. Arrancou mal – o que lhe é peculiar – caindo para 7º, mas foi recuperando posições ao longo da corrida. A sorte lhe sorriu no fim, quando Vettel e Kubica colidiram, e a 2ª posição caiu no colo.
Jarno Trulli (8) – Mesmo largando dos boxes mostrou um ótimo desempenho na corrida. Chegou em terceiro, foi desclassificado, e depois re-empossado na mesma posição após desclassificação de Lewis Hamilton. Parece que desta vez a Toyota realmente acertou no carro.
Timo Glock (8) – Acompanhou Trulli, largando dos boxes e terminando ligeiramente atrás do companheiro, separados por Hamilton na pista e por ninguém após decisão no tapetão. Fez uma corrida sólida e vem melhorando um pouco a cada GP.
Fernando Alonso (8) – Com um equipamento fraco (de novo não!!!), não passou ao Q3 na classificação. Perdeu posições na largada quando saiu da pista para evitar o acidente entre Barrichello, Webber, Kovalainen e Heidfeld. Mesmo assim, apresentou um ótimo ritmo, chegando a andar em 5º lugar. Terminou em 6º, mas ganhou uma posição com a desclassificação de Hamilton.
Nico Rosberg (7) – Teve um ótimo rendimento na corrida até o 1º pit stop, quando andava em terceiro. Despoi, o brilho se apagou, e chegou uma posição atrás da que largou, a despeito do acidente entre Kubica e Vettel no fim da corrida.
Sebastian Buemi (6) – Boa corrida de estréia, apesar do evidente nervosismo nos treinos e na classificação. Mesmo tendo estreado bem, precisa manter um ritmo constante durante a temporada, diminuindo a quantidade de erros nos treinos.
Sebastian Bourdais (5) – Mal na classificação, apenas herdou posições na corrida, terminando em 8º. Precisa fazer mais do que isso pra garantir sua permanência na F1.
Adrian Sutil (4) – Fez trenzinho atrás de Bourdais durante toda a corrida. Se um foi mal, imagina o outro!!! Ao menos chegou na frente do companheiro de equipe.
Nick Heidfeld (2) – Se envolveu no acidente na largada, mas nada fez para se recuperar na corrida. Falta-lhe vontade de correr em situações adversas. Vai tomar mais um chocolate de Kubica se continuar assim.
Giancarlo Fisichella (1) – Fraco nos treinos, pior na corrida. De notável, apenas o fato de ter errado a entrada do próprio boxe durante o pit stop, sendo recolocado no lugar pelos mecânicos. Cena digna de David Coulthard nos últimos anos de carreira. Candidato ao posto de aposentado em atividade do ano.
Mark Webber (2) – Razoável nos treinos, envolveu-se em um acidente na largada, caindo para o fim do grid após trocar o bico do carro. E lá ficou, sem qualquer demosntraçãod e vontade no restante da corrida.
Sebastian Vettel (5) – Muito bem nos treinos, largou sem problemas e andou próximo a Button em alguns momentos da corrida. Poderia conquistar o pódio se soubesse quando deseistir da luta pela 2ª colocação com Kubica. De qualquer forma, foi interessante ver uma briga limpa indo até as últimas consequências.
Robert Kubica (5) – Correu muito bem, largando em 4º e disputando a 2ª posição com Vettel no fim da corrida. Com um pouco mais de paciência poderia ter ultrapassado o alemão em um outro ponto da pista, evitando o choque.
Kimi Raikkonen (4) – Apagado no fim de semana, com um carro mais fraco do que o de costume, rodou durante a prova, foi ultrapassado por 3 carros na mesma volta e no final abandonou. Fim de semana para equecer.
Felipe Massa (5) – Se teve algum bom momento no fim de semana foi a largada, saindo de 6º para 3º. Não conseguiu apresentar um ritmo de corrida bom o suficiente para acompanhar os ponteiros, e abandonou quando já tinha ficado para trás na corrida.
Nelson Piquet (3) – Mal nos treinos (19 X 0 contra Alonso), ganhou posições na largada no acidente que o correu na 1ª curva. Porém, predeu o controle do carro na freada para esta mesma curva voltas depois, abandonando a corrida. Realmente não consegue decolar na F1.
Kazuki Nakajima (1) – Mesmo com um carro competitivo não conseguiu passar ao Q3 nos treinos de classificação. Bateu sozinho após rodar, abandonando e honrando as tradições nipônicas nos esportes a motor.
Heikki Kovalainen (2) – Deveria ficar sem nota, pois abandonou logo na 1ª volta, no acidente da 1ª curva. Se serve de consolo, ficou a frente de Hamilton nos treinos de classificação.
Lewis Hamilton (0) – MENTIROSO!!!


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Marcel
Jenson Button (10) – Jamais errou. Vitória de ponta-a-ponta de verdade, não ao estilo Galvão Bueno.
Rubens Barrichello (8) – Na largada, poupo-lhe críticas pois, em última análise, fez como Senna, em Suzuka-88, e como Hamilton, no Bahrein-08. Fez a melhor volta dos treinos (e tem gente que diz "ficou sempre atrás de Button", vai entender...) e uma bela prova de recuperação - vale lembrar que teve problemas de reabastecimento.
Jarno Trulli (8) – É bom piloto, chegando à marca de 200 GPs. Merecido pódio (que foi e voltou).
Timo Glock (8) – Uma participação segura.
Fernando Alonso (7,5) – Parece que a Renault, mais uma vez, não acertou a mão, e Fernando terá de minguar lá atrás. Mas o piloto fez o possível, só tendo caído tantas posições pois desviou da batida na primeira curva.
Nico Rosberg (7,5) – Dominou as três sessões de treinos livres, mas foi castigado pelos pneus.
Sebastian Buemi (7) – Mal nos treinos, recuperou-se na corrida. Estréia nos pontos é sempre bom.
Sebastian Bourdais (4) – Lembram da velha máxima "Fórmula 1 vs Indy"?.
Adrian Sutil (4) – Leva alguns créditos por ter superado Fisichela.
Nick Heidfeld (2) – Os brasileiros que tiram sarro de Barrichello - em corrida e em carreira - não conhecem Nick Heidfeld.
Giancarlo Fisichella (1) – Foi o grande trapalhão, sem dúvida, fazendo a pior parada nos boxes de todos os tempos.
Mark Webber (2) – Eu não sabia que ele estava correndo.
Sebastian Vettel (3) – Muito parecido com o Hamilton de 2008, após ter feito início fulminante no ano anterior. Talento? tem de sobra. Falta-lhe maturidade.
Robert Kubica (6) – Esse já está entre o TOP 5 do grid atual. Correu muito bem mas, por isso mesmo, poderia ter aguardado um pouco mais. O segundo lugar era seu.
Kimi Raikkonen (4) – Kimi foi na Austrália como se apresentou ano passado a partir de Mônaco. Sonolento. Mas o carro estava uma bomba!
Felipe Massa (4) – Quase um mês antes, ele avisou: "Sempre tenho problemas na Austrália". Ponto.
Nelson Piquet (3) – Nelsinho permanece com 100% de "desaproveitamento" [perdeu 19 vezes em 19 possíveis, para Alonso] nos treinos, e na corrida, pagou o preço por andar mais que pode.
Kazuki Nakajima (1) – O povo japonês honra muito sua tradição.
Heikki Kovalainen (1) – Saiu antes do começo.
Lewis Hamilton (4) – 8 pela corrida, 0 pela atitude fora da pista.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

"Meninos, eu vi..." - parte 2

Quando essa série foi programada, a idéia inicial era de reunir 10 grandes momentos da Fórmula 1 dos últimos 18 anos... Um "top 10", como se diz. Mas, à medida que esses momentos foram listados, viu-se que exatamente 5 deles já haviam sido previamente postados no blog. Assim, faríamos 5 breves textos sobre 5 momentos magníficos.
No total, foram selecionadas duas ultrapassagens, três "pegas" na pista, dois notáveis desempenhos de superação, uma pole-position e duas voltas iniciais com diversas ultrapassagens, perfazendo o melhor panorama 1991-2008.
A melhor dessas ultrapassagens foi a da Bélgica, 2000, de Häkkinen sobre Schumacher. Já foi postada, comentada, homenageada, e pode ser vista aqui.
A melhor primeira volta, claro, foi a de Senna, em Donington, e no mesmo post também colocamos a batalha de Ayrton e Prost, em Silverstone. Ambos marcos de 1993, ambos visualizados no mesmo post: este.
Na menção "desempenho de superação", temos a bravíssima corrida da Hungria, de 1997, em que Damon Hill, com o terrível Arrows, por muito pouco não vence. Na verdade, foi publicado no GP Total. Assista.
E, pra completar o que seria os "10 mais", talvez a corrida mais fantástica da carreira de Michael Schumacher. Uma verdadeira aula de pilotagem, e de resistência, contra Damon Hill, na Bélgica, em 1995. Pneu slick na chuva. Acompanhe.
E o video de hoje vem a refletir aquela que certamente foi a melhor corrida da carreira de Kimi Räikkönen, e uma das melhores dos últimos 20 anos. Grande Prêmio do Japão, de 2005. Uma corrida que fez lembrar Ayrton Senna, nessa mesma pista, com a mesma McLaren, em 1988.
Naquele ano, o motor Mercedes, embroa fosse bem na corrida, quebrava em alguns treinos, como foi esse o caso. Assim, Kimi saiu em 17º. Na segunda volta, já estava em 12º. E foi galgando posições - estava com tanque cheio - chegando a estar em 2º na 26ª volta. Foi ao boxes, voltou em 6º. Fez nova "escalada", quando chegou em 1º, na volta 41. Na volta 45, fez seu segundo abastecimento. Voltou em segundo, atrás de Fisichela, a apenas 7 voltas do fim.
Realizou uma perseguição implacável, que culminou com essa pintura de ultrapassagem, na abertura da ÚLTIMA VOLTA. (É por isso que devemos estranhar tanto o 2008 de Räikkönen...)

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Top 10 2008

Antes que alguém nos crucifique, chamando de parciais ou coisa do tipo, afirmo que o texto que se segue não é de autoria desse blog. É escrito por Marcio Madeira da Cunha, um grande jornalista, formado em comunicação social e em engenharia mecânica, dono do belo site Última Volta. Ele fez aquilo que chamou de "escolha" dos dez melhores pilotos ao longo de 2008.

O quê os amigos acharam da lista? Façam também as suas...
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Os dez melhores de 2008
por Lucas Giavoni / Márcio Madeira da Cunha


Algumas pessoas enxergam nas listas um estopim para discórdias e que injustiças são cometidas nelas. Há, porém o outro lado, no qual se deve acreditar, de que as listas, ainda que de um modo subjetivo e muito pessoal, tentam, através de argumentos consistentes, mostrar muito além da frieza de uma reles tabela de classificação. Afinal, os resultados, por muitas vezes, não reproduzem fielmente o que se passou em uma temporada.

As listas, por mais que não mudem absolutamente nada o que já se passou, ajudam a clarificar os desempenhos excelentes e tentam justamente fazer jus aos que se esforçaram mais e devidamente mereceram mais reverências por seus feitos durante a temporada, independente de suas posições ao fim do campeonato.

Eis, portanto, a lista dos dez melhores de 2008 do ULTIMAVOLTA.com:

1 – Fernando Alonso (Renault)

Não foram apenas as duas convincentes vitórias, em Cingapura e no Japão, e a consistência de seus resultados durante a segunda metade do ano que levaram o bicampeão Alonso ao topo desta lista. Fernando, na verdade, talvez nem tenha feito sua melhor temporada na F1 em 2008, pois como ele mesmo reconheceu, a ânsia por resultados imediatos o levou a “superpilotar” o carro nas primeiras provas do ano. Porém, basta comparar o desempenho do sofrível R28 do início da temporada com o carro vencedor que rivalizou com Mclaren e Ferrari nas últimas provas, para entender por que Alonso ainda está numa classe à parte na Formula 1.

O que dizer de um piloto que vai para uma equipe em franca decadência e consegue ser o maior pontuador das últimas oito provas? E que ainda massacra o jovem e promissor companheiro de equipe, Nelsinho Piquet, com 18 X 0 nas qualificações? Sim, Alonso ainda é o piloto mais completo da Formula 1: naturalmente rápido, técnico, consistente e portador de uma sensibilidade sem igual para trabalhar com os engenheiros no acerto e em melhorias para o carro, sendo peça fundamental no crescimento da Renault ao fim do ano. Só Ron Dennis, em sua habitual arrogância, para não dar o braço a torcer. É bom lembrar que na tabela, Alonso ficou na frente de seu substituto na McLaren, o decepcionante Heikki Kovalainen, que teve nas mãos um carro vencedor por todo o ano.

2 – Sebastian Vettel (Toro Rosso-Ferrari)

O novato mais impressionante desde Jean Alesi. A diferença em relação ao francês, porém, é que Vettel tem estirpe de campeão. Venceu em sua primeira temporada completa, logo em Monza, sob condições inacreditáveis, e comemorou como se fosse tudo muito natural. Talvez fosse mesmo, dado seu inacreditável talento. Foi sem dúvida uma exibição de gala, irretocável. Ninguém, em sã consciência, diria que ao volante daquela mediana Toro Rosso, guiando como se campeão do mundo fosse, estaria um ‘moleque’ de apenas 21 anos.

Junte-se à performance incrível na Itália outras boas exibições na chuva em Mônaco, Bélgica e Brasil, além de outras excelentes corridas no seco, como em Cingapura, e então teremos a certeza de que Vettel tem um futuro brilhante, com uma convicção como há muito não se tinha.

3 – Robert Kubica (BMW Sauber)
A pilotagem de Kubica foi, em si, tão boa quanto a de Alonso ou Vettel, e foi coroada com uma merecida vitória no Canadá, que exorcizou sua terrível batida no ano anterior. Sempre muito consciente das limitações do carro, jamais forçou além dos limites, e poucas vezes guiou abaixo deles. Se olharmos a tabela de pontuação e levarmos em conta o equipamento que teve em mãos, então Kubica foi o mais impressionante dentre os pilotos que efetivamente disputou o título.

Com tantos predicados, o polonês não lidera esta tabela justamente pelo mesmo motivo que deu o topo a Fernando Alonso. Pois enquanto o espanhol foi capaz de motivar a equipe e orientar o desenvolvimento da Renault, Kubica viu-se ao volante de um carro cada vez mais lento e defasado. Mas, afinal, talvez seja demais esperar tanto poder de mobilização de alguém que tem pouco mais de duas temporadas na F1. Kubica está apenas começando, e vai muito bem.

4 – Felipe Massa (Ferrari)

Campeão moral é algo que não existe. O que existe, sim, é a maturidade de Massa. Sua hiper-motivação durante o ano, contrastando com a anemia crônica de Kimi Räikkönen, o fez líder da Ferrari e maior vencedor de provas durante o ano (Bahrein, Turquia, França, Europa, Bélgica e Brasil). Sempre combativo, Felipe fez também algumas das mais belas manobras de ultrapassagem do ano, no Canadá (sobre Barrichello e Kovalainen) e uma inesquecível largada na Hungria, se impondo à dupla da McLaren. Além disso, teria sido campeão conforme o antigo sistema de pontuação que valorizava mais as vitórias, e foi quem teve a melhor posição média de largada em todo o ano.

A evolução de Felipe foi notável durante a temporada – não apenas como piloto, mas também como homem. Depois de um início muito ruim e difícil, com duas provas sem pontuar, Massa cresceu com a pressão, e fez pelo menos uma dúzia de provas irrepreensíveis. Foi prejudicado por erros da equipe em Mônaco, no Canadá, e em Cingapura, além da dolorosa quebra na Hungria, naquela que foi sua melhor corrida na Formula 1 até agora. Apesar disso, jamais desistiu ou buscou culpados. Líder também fora da pista, Massa deu ao longo do ano várias lições de comportamento. Apoiou Nelsinho Piquet quando o novato mais precisava, se esquivou de comparações com Fittipaldi, Piquet e Senna, e comprovou o que ele mesmo disse no Brasil: é um cara que já sabe ganhar e sabe perder.

5 – Lewis Hamilton (McLaren-Mercedes)

Muitos podem estranhar a presença do campeão mundial apenas em quinto nessa lista. Campeão mais jovem da história, 5 vitórias no ano e uma ‘estrela’ capaz de rivalizar com a de Schumacher, Lewis não lidera a lista por mais uma vez ter sido um piloto de extremos. Suas vitórias por vezes acachapantes, como a de Silverstone, ainda têm de conviver com erros bizonhos como nos boxes em Montreal, e atitudes inaceitáveis como o empurrão desleal e desnecessário que aplicou a Glock na chuva de Monza, ou a primeira volta que fez em Fuji, em que atrapalhou a largada de meio mundo de pilotos.

A diferença básica de Lewis em relação a Felipe Massa ficou por conta da origem dos pontos perdidos. Pois, enquanto o brasileiro foi muito prejudicado por erros da equipe, Hamilton os jogou fora por conta própria. Errou no momento decisivo do campeonato, permitindo que Vettel o superasse em Interlagos, e a partir de então teve que contar com muita sorte para chegar ao título, que veio de presente na última curva. Por outro lado, foi sempre muito rápido e mostrou que é capaz de liderar a McLaren sem Alonso. Um enorme talento, que foi campeão mesmo estando ainda longe da maturidade.

6 – Jarno Trulli (Toyota)

Osso duro de roer, o bom e velho Trulli foi um verdadeiro guerreiro ao longo de todo o ano. Com a experiência de quem tem duas centenas de GPs nas costas e uma vontade de principiante, o italiano conjuga uma das melhores combinações de rapidez e bravura de todo o grid. A terceira colocação na França foi a recompensa para uma temporada de muita luta, na qual ele pontuou em nada menos que dez corridas.

A Toyota sabe que pode contar com a arte refinada de Trulli em seu incansável projeto de ser uma equipe vencedora. Se esse estágio um dia for alcançado, o time nipônico terá no italiano uma peça fundamental.

7 – Rubens Barrichello (Honda)

Um ‘garoto’ aos 36 anos de idade, Barrichello viveu certamente seu melhor ano na Honda. Quebrou o importante recorde de participações em GPs, marcou 11 pontos contra apenas 3 de Jenson Button, completou 51 voltas a mais que o companheiro, liderou por sete voltas no Canadá e fez milagre na pista molhada de Silverstone, levando um carro impossível a um pódio inacreditável.

Porém, ainda mais importante que os resultados foi ver que Rubens realmente tentou. Em várias ocasiões, como no próprio GP Brasil, acabou se atrasando em virtude dos riscos assumidos, muitas vezes em apostas típicas de quem jamais se conformou. Além disso, mais uma vez, não cometeu erros. Continua a ser um dos melhores pilotos da Formula 1, mesmo que muitos não enxerguem isso.

8 – Timo Glock (Toyota)

Tendo corrido apenas quatro provas em 2004 pela saudosa Jordan (e marcando dois pontos), Glock foi praticamente um estreante neste ano. Sua pilotagem imprecisa no começo, que lhe rendeu acidentes e atrasos, logo deu lugar a uma tocada bastante rápida e consistente, levando rapidamente o alemão aos pontos e ajudando a Toyota a rivalizar com a Renault pelo posto de quarta força do campeonato.

O convincente segundo lugar conseguido na Hungria, prova em que segurou a forte Ferrari de Kimi Räikkönen e foi superior ao seu companheiro Trulli, além de suas boas exibições no Canadá em Cingapura, justificam seu lugar nesta lista.

9 – Nick Heidfeld (BMW Sauber)

Heidfeld é um dos pilotos mais subestimados do grid. OK, durante o ano ele não foi tão rápido quando seu companheiro Kubica, mas demonstrou suas qualidades ao ser o único a completar todas as provas. Dos 5482 quilômetros de toda a temporada, Heidfeld fez 5464 ou 99.68%, um número notável. Quando a BMW conseguiu rivalizar com Ferrari e McLaren pelo campeonato de Construtores, lá estava Heidfeld, marcando pontos importantes.

Também vale mencionar sua genial volta final no GP da Bélgica, quando resolveu, de última hora, colocar pneus intermediários e ultrapassou quatro carros para receber a bandeirada em terceiro lugar, que depois da punição a Hamilton, transformou-se em segundo lugar – e Heidfeld foi o piloto que mais conquistou essa posição durante o ano.

10 – Adrian Sutil (Force India-Ferrari)

Mesmo com a impraticável Force India, que lhe rendeu o posto de piloto com mais problemas de confiabilidade de equipamento, Sutil demonstrou suas qualidades em alguns treinos livres, como em sua primeira posição no primeiro treino em Monza. Foi, sempre que possível, mais rápido que seu experiente colega Giancarlo Fisichella, teórico líder da equipe.

A inclusão de seu nome nesta lista, porém, se justifica por ter ficado muito próximo de realizar um verdadeiro milagre em Mônaco, quando sustentava uma fantástica quarta colocação debaixo de chuva a poucas voltas do fim, até ser abalroado por um estabanado Kimi Räikkönen. Sutil saiu chorando do carro. Qualquer um choraria.

sábado, 8 de novembro de 2008

GP do Brasil - Notas

Massa
Cassio - 10
Dominou o GP completamente, desde os treinos. Nem mesmo o tempo instável foi capaz de abalar seu ritmo.Apesar da perda do título, mostrou saber o caminho das pedras em Interlagos.
Marcel - 10
Pole, vitória, volta mais rápida, Felipe fez tudo o que tinha a seu alcance.
média = 10
Alonso
Cassio - 9
Largou em sexto, chegou em segundo, realizando uma belíssima ultrapassagem por fora em Kovalainen. Fechou com chave de ouro o ano em que mostrou ser o que muitos já sabiam: melhor piloto do grid.
Marcel - 9
Por ter partido do lado sujo, caiu para sétimo na largada, mas isso só fez abrilhantar ainda mais sua corrida, onde superou, sistematicamente, Ferrari e as McLaren, além do endiabrado Vettel. Só não tinha como superar Massa. Além de Kova, bateu Heidfeld na tabela.
média = 9
Raikkonen
Cassio - 6
Chegou a frente de Hamilton, o que lhe bastava para com o jogo de equipe.
Marcel - 6
Podia ter feito muito mais.
média = 6
Vettel
Cassio - 9
De coadjuvante quase virou protagonista na decisão do campeonato. Passou Hamilton no braço nas voltas finais, e na chuva. Grandes expectativas para a próxima temporada.
Marcel - 8
Optou por correr mais leve o tempo todo, e isso o ajudou muito. Mais uma ótima performance.
média = 8,5
Hamilton
Cassio - 5
Jogou o campeonato pela janela no final, mas por uma obra do destino recuperou tudo nos últimos 500 metros.
Marcel - 4
É como já dizia meu pai, "aperta que ele peida!"...
média = 4,5
Glock
Cassio - 6
Só apareceu quando perdeu a posição para Vettel e Hamilton. Mesmo assim, vem atuando com mais consistência.
Marcel - 6,5
Não teve nada de falcatrua, nem de falta de habilidade. Glock se arriscou, conseguiu um sexto lugar com a Toyota. Muito bem.
média = 6,25
Kovalainen
Cassio - 2
Nem para escudeiro o finlandês serviu neste fim de semana.
Marcel - 2
Fraco demais. 7º colocado no mundial, com um companheiro campeão!
média = 2
Trulli
Cassio - 4
Largou bem, mas rodou. Poderia ter conseguido um lugar melhor se tivesse se mantido na pista. De quebra ainda lançou Bourdais para fora. Candidato a substituto de Coulthard.
Marcel - 3
Uma graça no sábado, desgraça no domingo.
média = 3,5
Webber
Cassio - 5
Nada a destacar.
Marcel - 4
Nada a destacar.
média = 4,5
Heidfeld
Cassio - 3
Largou mal e nada mais fez para se recuperar.
Marcel - 3
Irreconhecível em Interlagos.
média = 3
Kubica
Cassio - 1
Pior corrida de sua carreira, com certeza. Ainda tomou uma volta de boa parte do grid.
Marcel - 2
Pelo menos não levou volta do Glock, se recuperando no final. Encerramento de temporada melancólico.
média = 1,5
Rosberg
Cassio - 4
Discreto.
Marcel - 3
Foi irrelevante.
média = 3,5
Button
Cassio - 3
O carro é tão ruim que pegou fogo após a prova!!!
Marcel - 4
Acabou terminando à frente de Rubens...
média = 3,5
Bourdais
Cassio - 5
Quando vinha bem foi jogado pra fora da pista por Trulli. Olha o novo Coulthard aí gente!!!
Marcel - 5
Um piloto muito esforçado, mas acabou o ano devendo...
média = 5
Barrichello
Cassio - 2
Andou muito pouco. Possivelmente, sua última corrida na F1.
Marcel - 1
Se foi mesmo a despedida, sai pela porta dos fundos...
média = 1,5
Sutil
Cassio - 2
Apenas largou pra chegar.
Marcel - 3
Depois que o Raikkonen bateu nele [Mônaco], se me parece que o alemão nunca mais terá outra chance.
média = 2,5
Nakajima
Cassio - 1
Se estranhou com Coulthard na primeira curva. DE NOVO!!! Pelo menos conseguiu completar desta vez.
Marcel - 1
Horroroso.
média = 1
Fisichella
Cassio - 6
Segurou Hamilton por umas boas voltas depois do primeiro pit stop. Realmente é um piloto de maior nível do que o carro.
Marcel - 5
Com carreira muito semelhante à dos contemporâneos Coulthard e Barrichello (números, companheiros de equipe, carros), e apesar de ter vencido menos, é o que está em vias de parar de maneira mais digna.
média = 5,5
Piquet
Cassio - 1
Rodou sozinho na primeira volta. FORA!!! DÊ LUGAR AO DI GRASSI!!!
Marcel - 0,5
Renovaram com o menino, mas foi por um ano, e tem uma cláusula relativa a seu desempenho em 2009... ou seja, nem pensar repetir essa temporada!
média = 0,75
Coulthard
Cassio - 0
"O Demolidor". Como de costume bateu na primeira volta. Mas o pior de tudo foi que não pudemos curtir a nova câmera instalada no seu capacete. Já vai tarde meu amigo.
Marcel - 10
Por ter se aposentado.
média = 5

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Leitura obrigatória

Amigos,

Leiam a coluna de hoje do Eduardo Corrêa, publicada no GP Total, intitulada "Os Deuses Galhofeiros". Absolutamente brilhante resumo do GP Brasil e do que foi a Temporada de 2008. A título de curiosidade, o leitor a quem ele se refere no final do texto é este que vos fala, Marcel Pilatti.

Leiam lá, comentem aqui.