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sexta-feira, 8 de abril de 2011

Mala(ia)s

Nesse fim-de-semana acontece o GP da Malásia, que promete revelar como será a temporada de 2011. No GP Total, um texto comentando alguns dos comentários mais interessantes no pré-GP.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Compañeros, II

Por falta de tempo, não publicamos aqui a coluna que foi ao ar na semana passada no GP Total.

Se puderem, confiram.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Apostas - parte 2

Com um pouco de atraso, postamos aqui a coluna "Apostas", do GP Total. O texto é uma referência a um post que fizemos no blog lá atrás, no ínicio do campeonato.

O que acertamos e o que erramos?

Confiram.


segunda-feira, 17 de maio de 2010

segunda-feira, 10 de maio de 2010

GP da Espanha - Comentários

O GP da Espanha foi ainda mais chato que o do Bahrein, não acham? Pouquíssimas ou nenhuma ultrapassagem, grande maioria posições iniciais mantidas, enfim...
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Semana passada, fizemos aqui algumas apostas, e algumas delas têm se confirmado, outras não: aquelas de números pares deram sinais de que podem não se confirmar; as ímpares, mostraram o contrário. Vejamos.
Foi dito que Schumacher superaria Rosberg ao longo do ano, podendo vencer uma corrida antes do compatriota (aposta 1); dissemos que Alonso não mais seria superado por Massa (3); e afirmamos que Kubica provavelmente ganharia 100% das classificações contra Petrov (5).
A julgar pela Espanha, todas os supramencionados estão "corretos": Schumacher foi mais rápido que Rosberg o fim-de-semana todo e colheu um ótimo quarto lugar ante o pobre 13º do companheiro; Alonso, qual Schumacher, também derrotou Massa o fim-de-semana inteiro, e chegou ao pódio vendo o companheiro num sexto lugar apagado; E Kubica - nem precisava apostar - não tomou conhecimento do colega novato.
Já nas apostas ímpares, tivemos um revés: Webber largou na frente de Vettel (foi dito que Sebastian aplicaria em Mark a maior goleada nos treinos das equipes ponteiras); Button abriu mais vantagem em relação a Lewis (afirmamos que Hamilton tenderia a superar Jenson); e Sutil fechou em sétimo (jogamos que ele fará um pódio).
Na questão de Webber e Vettel, realmente parece que está havendo mais equilíbrio, com uma reação do australiano - e os casos das equipes Ferrari e Mercedes estão levando a crer que a RBR não tem a maior diferença de pilotos; na Force India, parece muito mais uma questão de "falta de vaga" no pódio do que demérito de Sutil...
E na McLaren, Hamilton foi melhor que o companheiro todo o tempo, tendo largado à sua frente, e durante a corrida ganho uma posição ao passo que Button perdera uma - mas corrida só acaba quando termina, e Lewis Mansell aprontou das suas...
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Massa pela primeira vez admitiu o que já vinha sendo especulado: está tendo dificuldades de adaptação no trato com os pneus, coisa que está latente em Hamilton e, em grau muito menor, em Vettel. É o famoso estilo de pilotagem. Em Hamilton e Button, isso tem feito toda a diferença, e agora ficou mais evidente em Alonso e Massa.
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Schumacher finalmente ficou à frente do companheiro, e tratou de fazê-lo com estilo: nos treinos livres, na classificação e na corrida foi-lhe superior. Uma frase de Rosberg, essa semana, fez o prenúncio do que estava por vir: depois de ouvir vários comentários na imprensa com relação ao "novo pacote" da Mercedes, Nico denunciou sua fragilidade ao responder perguntando: "por que o novo carro seria melhor só para Michael?".
Por quê eu não sei, mas até aqui só Schumi tirou proveito das mudanças, e Rosberg afirmou que achou o carro difícil de pilotar...
Lembram da polêmica causada por uma declaração de Rubinho no começo da temporada?...
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Fato é que Schumacher andou muito bem, e adaptou sua grande estratégia de antigamente: nos boxes, ganhou a posição de Button. O inglês tentou de todas as maneiras, mas Schumacher, fazendo o que o próprio Jenson fizera com Alonso na Malásia, não permitiu. Pelo menos ele não tentou passar por fora. Schumacher foi limpo em todas as manobras e mostrou como, mesmo com um carro mais lento, é possível defender posições.
Porém, uma coisa ficou bem clara na performance de Michael: apesar da técnica permanecer, ele já não é mais tão rápido como era, nem de longe: sua volta mais rápida foi a 10ª melhor do dia (apenas para efeito de comparação, a de Button foi a 5ª, quase 4 décimos à frente) e sua velocidade máxima atingida foi apenas a 20ª: 303 km/h, contra os 312.2 de Massa, o mais veloz - Button atingiu 311.4.
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Bem, Mônaco está logo aí, e vamos ficando por aqui.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Apostas

  1. Schumacher vencerá uma corrida antes de Rosberg, e terminará o campeonato à sua frente;

  2. Até metade do ano, Hamilton superará Button;

  3. Alonso não será mais superado por Felipe Massa na tabela;

  4. Vettel marcará em Webber a maior goleada nos treinos dentre as equipes grandes;

  5. Robert Kubica vencerá pelo menos 18 dos 19 treinos ante Petrov;

  6. Adrian Sutil fará um pódio;

  7. O campeão mundial será...
Nisso, mais pra frente a gente palpita. Mas lembrem-se: são apenas palpites.

segunda-feira, 29 de março de 2010

GP da Austrália - Comentários

Mais uma vez, recomendamos àqueles que quiserem uma cobertura decente e detalhada sobre a corrida da Austrália uma visita ao Última Volta.
Tivemos vários destaques nesse memorável GP. Vamos ao "Top 5" dos pilotos.
- Robert Kubica foi, do ponto de vista "posições ganhas" e também sob a ótica "o que fazer com esse carro?", o melhor de todos os 24 que alinharam em Melbourne.
Ele entrou pra galeria de Vettel (Monza-2008) e Fisichela (Bélgica-2009) como um dos poucos que conseguiram inverter de ponta-cabeça o fator carro na Fórmula 1 pós-2000. Corridaça.
Sua largada já foi algo impressionante, dado o número de posições que conquistou naquele pequeno espaço de tempo. Além disso, é sempre importante lembrar que Kubica obteve o pódio em seu segundo GP pela Renault, quando, nas últimas temporadas, a equipe só conseguiu chegar entre os três primeiros a partir de setembro.
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- Jenson Button foi o vencedor, e naturalmente deve ser destaque.
Quando Button colocou pneus lisos - salvo engano, ele foi o primeiro a fazê-lo - estava indo para o 8 ou 80: todas as outras equipes estavam de olho no que aconteceria com o inglês e a partir disso repetiriam sua ação ou não. Ao sair dos boxes, o atual campeão mundial deu uma breve escapada, mas logo em seguida demonstrou que vinha para vencer. E todo mundo foi aos boxes.
Pouco antes disso, Hamilton o havia superado, e poucos foram os que não pensaram que Button estava passando a ser destruído pelo compatriota. No entanto, logo veio a estratégia, o brilho, e a vitória. Como afirmou Marcio Madeira no UV, "Digam o que quiserem sobre Jenson Button. Menos que ele não tem coração de campeão".
Quero comentar, também, o fato de que os cronômetros mostravam fulano sendo mais rápido que Button, mas a tocada do inglês continuava a mesma. Ele precisava acelerar mais? Não. Se precisasse, tenham certeza de que aquela diferença não seria a mesma.
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- Felipe Massa também teve uma largada sensacional - talvez melhor que a de Kubica -, passando três pilotos.
Entretando, o narrador quis a todo custo que crêssemos em duas coisas: 1) Felipe foi o piloto mais pressionado em todo o GP; 2) A Ferrari foi a culpada da perda de "x" posições - ou seja, de um eventual segundo lugar, até mesmo da vitória. Não foi isso o que aconteceu.
No decorrer da prova, Massa teve pouco brilho, mas foi competente para responder à altura quando era ameaçado, ou mesmo para buscar as posições perdidas (ele e Webber alternaram várias vezes).
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- Fernando Alonso foi responsável pelo "heartbeating" do final da prova. Não bastasse a imensa quantidade de posições ganhas (muitas, uma obrigação), o desempenho do espanhol nas últimas 9 voltas, especialmente naquelas em que controlou Hamilton, justificou o regulamento sob o ponto de vista "trazer emoções", como querem os dirigentes.
Uma aposta arriscada feita pela Ferrari (não trocar mais os pneus), que talvez fosse por água abaixo tivessemos ali outro piloto que não o bicampeão mundial. O mais importante foi a mudança de trajetória em pontos e momentos decisivos para que Hamilton "adiasse" o seu bote.
E a freada tardia na curva que culminou na batida de Webber em Hamilton foi digna de dizer que a F1 está voltando aos velhos tempos: confesso que a primeira lembrança que tive quando vi a manobra do espanhol foi a de Nelson Piquet, também na Austrália, 20 anos antes.



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- O quinto e último grande destaque entre os pilotos foi o supracitado Lewis Hamilton. Sua decepcionante classificação no sábado (nem chegou ao Q3) foi totalmente esquecida com sua ótima apresentação. Cada vez mais Hamilton se confirma como o mais espetacular dos atuais pilotos, embora isso nem sempre signifique qualquer superioridade.
Aliás, é importante destacar aquilo que Eduardo Corrêa comentou certa vez, no início da temporada, sobre Button ter uma condução mais suave que a de Lewis. Arrisco dizer que a McLaren é, em termos de pilotos, a equipe mais heterogênea.
Ao fim e ao cabo, Hamilton realizou as melhores ultrapassagens do GP (sobre Rosberg, por exemplo) e o acidente que fê-lo perder uma posição ao final não foi sua culpa.
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Gostaria de fazer outros comentários, um geral e outro específico.
O primeiro é em relação a algo que tem se tornado uma espécie de necessidade na F-1 atual: elogiar Sebastian Vettel. Não o vejo, ainda, como um gênio. Acredito que ele ainda tem muito que mostrar, principalmente na sua postura: não o culpo pelos problemas enfrentados no Bahrein e na Austrália que, oficialmente, foram todos de ordem mecânica: me refiro ao "eles vão ver" de sábado.
O piloto já está em sua terceira temporada completa. Portanto, já está na hora de dosar suas declarações e euforia. Que me chamem de recalcado, etc, mas é o que penso. Um grande campeão não é feito só de velocidade.
E o meu segundo comentário é sobre outro alemão, o maior deles, Michael Schumacher.
Li hoje que a imprensa europeia está pichando o piloto. Foram apenas duas corridas, numa delas ele teve desempenho discreto, e em outra foi apagado, é verdade. Mas tudo isso faz parte de seu período de readaptação, e eu creio firmemente que ele ainda irá melhorar muito, pois sua maior característica ao longo da carreira foi a tenacidade.
Por enquanto, mantenho a "aposta" que fiz ao final do ano passado, quando do anúncio de sua volta.
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E falando em Schumacher, o acidente que fez com que ele e Alonso fossem para o fim do grid, e que causou a perda de alguns postos a Button, lembrou muito aquele do início da temporada 1989: em Jacarepaguá, Senna, Berger e Patrese se envolveram em batida semelhante à da Austrália:



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A Fórmula 1 parece estar, aos poucos, voltando às suas grandes épocas. Por fim, pode-se dizer que essa prova foi a melhor desde a lendária Interlagos-2008. E que venha a Malásia.

sexta-feira, 12 de março de 2010

GP do Bahrain - Treinos

A temporada 2010 começou, finalmente.
Na última madrugada tivemos os dois primeiros treinos livre na pista asiática, que aumentou em quase 1km. Tivemos duas sessões bastante distintas (mais informações aqui e aqui).
Na primeira delas, vimos Adrian Sutil e a Force India em primeiro lugar, com as duas Ferrari completando as duas primeiras filas (entre eles a Renault de Kubica), com Alonso em 2º e Massa em 4º. Depois vieram as duas McLaren, seguindo a ordem numérica dos carros (Button/Hamilton). As Mercedes foram apenas 8º (Rosberg) e 10º (Schumacher). Das favoritas, a decepção foi a Red Bull, com Webber em 9º e Vettel como 13º.
No entanto, para a segunda sessão, tudo mudou: a "pole" ficou com Rosberg, seguido por Hamilton, Schumacher e Button, nessa ordem (domínio absoluto dos motores Mercedes). Vettel superou Webber (foi 13º) e surgiu em 5º. As Ferrari é que ficaram para trás, com Massa (o 7º) à frente de Alonso (o 9º).
Não sabemos em que medida houve alterações de combustível no que se refere às primeiras sessões, mas tenho a leve impressão de que o segundo treino foi "mais real". Obviamente, a Ferrari deve conquistar posições melhores que as do último treino e, assim, as quatro melhores equipes deverão compôr o "Top 10", com a citada Force India, uma Williams (Hulkenberg ficou à frente de Barrichello em ambos os treinos) ou ainda a Renault (Petrov superou Kubica na segunda parte) nesse "bolo".
Nota triste para os brasileiros estreantes: carros que são verdadeiras bombas tendem a comprometer carreiras promissoras.
A temporada começa bem e com muitas expectativas. Amanhã, o primeiro teste de fogo para pilotos e equipes.
Na nossa "enquete de pré-temporada" perguntamos sobre quem seria o campeão. Demos a opção de quatro pilotos, e por "outro" devemos entender "Button e Vettel". Schumacher ganhou tranquilo essa primeira disputa (imagino como ele deva estar feliz com tal notícia): obteve 26 votos. As Ferrari aparecem completando o pódio (18 votos para cada). Só depois surgem os pilotos de McLaren e Red Bull (Hamilton com 4, "outros" com 4) .
E como será na prática?
O texto "Fórmula Madonna", de Eduardo Corrêa, é uma excelente leitura desse início de temporada e nos diz o que esperar dos duelos internos das grandes equipes, além de traçar ótimos perfis técnicos dos principais pilotos.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Notícias - Parte 16

Está no ar a coluna "Interlagos 2009", no GP Total, falando sobre as principais notícias do mundo da F1 nessa semana que antecede o Grande Prêmio do Brasil.
Confiram!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

GP da Alemanha

Mark Webber venceu em Nurburgring no último domingo, merecidamente, e se tornou o piloto que mais tempo levou até atingir sua primeira vitória na "categoria máxima do automobilismo", o que explica bem suas lágrimas ontem.
O que Webber demorou pra vencer, ele não tardou em pontuar: logo em sua primeira corrida na F-1, Austrália-2002, ele conseguiu uma histórica quinta posição. Detalhe: corria com uma Minardi (também conhecido como o "pior carro de todos os tempos").
Esse e outros tópicos - como o ditado "a língua é o chicote da bunda" ou a histórica primeira (e provavelmente última) vez em que Nelsinho largou na frente de Alonso - são abordados na coluna de Marcel Pilatti no GP Total.
Confiram.


quinta-feira, 2 de abril de 2009

Notas - GP da Austrália

Assim como fizemos ano passado a partir do GP da Hungria, esse ano o F1 Critics irá atribuir notas aos desempenhos dos pilotos em cada corrida.
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Cassio
Jenson Button (9,5) – Excelente nos treinos e na corrida. Antes da 1ª parada abriu vantagem suficiente para ficar sempre à frente dos concorrentes. Confirmou a maior zebra da pré-temporada, transformando a equipe Brawn GP na primeira a estrear com vitória desde 1976, e a primeira a estrear com dobradinha desde 1954. Só não leva 10 pois faltou a melhor volta da corrida (e nem precisou).
Rubens Barrichello (8) – Muito bem nos treinos, fez a volta mais rápida no Q2 e ficou em segundo no grid completando a primeira fila, o que não acontecia desde nos tempos de Ferrari. Arrancou mal – o que lhe é peculiar – caindo para 7º, mas foi recuperando posições ao longo da corrida. A sorte lhe sorriu no fim, quando Vettel e Kubica colidiram, e a 2ª posição caiu no colo.
Jarno Trulli (8) – Mesmo largando dos boxes mostrou um ótimo desempenho na corrida. Chegou em terceiro, foi desclassificado, e depois re-empossado na mesma posição após desclassificação de Lewis Hamilton. Parece que desta vez a Toyota realmente acertou no carro.
Timo Glock (8) – Acompanhou Trulli, largando dos boxes e terminando ligeiramente atrás do companheiro, separados por Hamilton na pista e por ninguém após decisão no tapetão. Fez uma corrida sólida e vem melhorando um pouco a cada GP.
Fernando Alonso (8) – Com um equipamento fraco (de novo não!!!), não passou ao Q3 na classificação. Perdeu posições na largada quando saiu da pista para evitar o acidente entre Barrichello, Webber, Kovalainen e Heidfeld. Mesmo assim, apresentou um ótimo ritmo, chegando a andar em 5º lugar. Terminou em 6º, mas ganhou uma posição com a desclassificação de Hamilton.
Nico Rosberg (7) – Teve um ótimo rendimento na corrida até o 1º pit stop, quando andava em terceiro. Despoi, o brilho se apagou, e chegou uma posição atrás da que largou, a despeito do acidente entre Kubica e Vettel no fim da corrida.
Sebastian Buemi (6) – Boa corrida de estréia, apesar do evidente nervosismo nos treinos e na classificação. Mesmo tendo estreado bem, precisa manter um ritmo constante durante a temporada, diminuindo a quantidade de erros nos treinos.
Sebastian Bourdais (5) – Mal na classificação, apenas herdou posições na corrida, terminando em 8º. Precisa fazer mais do que isso pra garantir sua permanência na F1.
Adrian Sutil (4) – Fez trenzinho atrás de Bourdais durante toda a corrida. Se um foi mal, imagina o outro!!! Ao menos chegou na frente do companheiro de equipe.
Nick Heidfeld (2) – Se envolveu no acidente na largada, mas nada fez para se recuperar na corrida. Falta-lhe vontade de correr em situações adversas. Vai tomar mais um chocolate de Kubica se continuar assim.
Giancarlo Fisichella (1) – Fraco nos treinos, pior na corrida. De notável, apenas o fato de ter errado a entrada do próprio boxe durante o pit stop, sendo recolocado no lugar pelos mecânicos. Cena digna de David Coulthard nos últimos anos de carreira. Candidato ao posto de aposentado em atividade do ano.
Mark Webber (2) – Razoável nos treinos, envolveu-se em um acidente na largada, caindo para o fim do grid após trocar o bico do carro. E lá ficou, sem qualquer demosntraçãod e vontade no restante da corrida.
Sebastian Vettel (5) – Muito bem nos treinos, largou sem problemas e andou próximo a Button em alguns momentos da corrida. Poderia conquistar o pódio se soubesse quando deseistir da luta pela 2ª colocação com Kubica. De qualquer forma, foi interessante ver uma briga limpa indo até as últimas consequências.
Robert Kubica (5) – Correu muito bem, largando em 4º e disputando a 2ª posição com Vettel no fim da corrida. Com um pouco mais de paciência poderia ter ultrapassado o alemão em um outro ponto da pista, evitando o choque.
Kimi Raikkonen (4) – Apagado no fim de semana, com um carro mais fraco do que o de costume, rodou durante a prova, foi ultrapassado por 3 carros na mesma volta e no final abandonou. Fim de semana para equecer.
Felipe Massa (5) – Se teve algum bom momento no fim de semana foi a largada, saindo de 6º para 3º. Não conseguiu apresentar um ritmo de corrida bom o suficiente para acompanhar os ponteiros, e abandonou quando já tinha ficado para trás na corrida.
Nelson Piquet (3) – Mal nos treinos (19 X 0 contra Alonso), ganhou posições na largada no acidente que o correu na 1ª curva. Porém, predeu o controle do carro na freada para esta mesma curva voltas depois, abandonando a corrida. Realmente não consegue decolar na F1.
Kazuki Nakajima (1) – Mesmo com um carro competitivo não conseguiu passar ao Q3 nos treinos de classificação. Bateu sozinho após rodar, abandonando e honrando as tradições nipônicas nos esportes a motor.
Heikki Kovalainen (2) – Deveria ficar sem nota, pois abandonou logo na 1ª volta, no acidente da 1ª curva. Se serve de consolo, ficou a frente de Hamilton nos treinos de classificação.
Lewis Hamilton (0) – MENTIROSO!!!


///
Marcel
Jenson Button (10) – Jamais errou. Vitória de ponta-a-ponta de verdade, não ao estilo Galvão Bueno.
Rubens Barrichello (8) – Na largada, poupo-lhe críticas pois, em última análise, fez como Senna, em Suzuka-88, e como Hamilton, no Bahrein-08. Fez a melhor volta dos treinos (e tem gente que diz "ficou sempre atrás de Button", vai entender...) e uma bela prova de recuperação - vale lembrar que teve problemas de reabastecimento.
Jarno Trulli (8) – É bom piloto, chegando à marca de 200 GPs. Merecido pódio (que foi e voltou).
Timo Glock (8) – Uma participação segura.
Fernando Alonso (7,5) – Parece que a Renault, mais uma vez, não acertou a mão, e Fernando terá de minguar lá atrás. Mas o piloto fez o possível, só tendo caído tantas posições pois desviou da batida na primeira curva.
Nico Rosberg (7,5) – Dominou as três sessões de treinos livres, mas foi castigado pelos pneus.
Sebastian Buemi (7) – Mal nos treinos, recuperou-se na corrida. Estréia nos pontos é sempre bom.
Sebastian Bourdais (4) – Lembram da velha máxima "Fórmula 1 vs Indy"?.
Adrian Sutil (4) – Leva alguns créditos por ter superado Fisichela.
Nick Heidfeld (2) – Os brasileiros que tiram sarro de Barrichello - em corrida e em carreira - não conhecem Nick Heidfeld.
Giancarlo Fisichella (1) – Foi o grande trapalhão, sem dúvida, fazendo a pior parada nos boxes de todos os tempos.
Mark Webber (2) – Eu não sabia que ele estava correndo.
Sebastian Vettel (3) – Muito parecido com o Hamilton de 2008, após ter feito início fulminante no ano anterior. Talento? tem de sobra. Falta-lhe maturidade.
Robert Kubica (6) – Esse já está entre o TOP 5 do grid atual. Correu muito bem mas, por isso mesmo, poderia ter aguardado um pouco mais. O segundo lugar era seu.
Kimi Raikkonen (4) – Kimi foi na Austrália como se apresentou ano passado a partir de Mônaco. Sonolento. Mas o carro estava uma bomba!
Felipe Massa (4) – Quase um mês antes, ele avisou: "Sempre tenho problemas na Austrália". Ponto.
Nelson Piquet (3) – Nelsinho permanece com 100% de "desaproveitamento" [perdeu 19 vezes em 19 possíveis, para Alonso] nos treinos, e na corrida, pagou o preço por andar mais que pode.
Kazuki Nakajima (1) – O povo japonês honra muito sua tradição.
Heikki Kovalainen (1) – Saiu antes do começo.
Lewis Hamilton (4) – 8 pela corrida, 0 pela atitude fora da pista.

sexta-feira, 27 de março de 2009

Notícias - Parte 5

Quase 5 meses depois, a Fórmula 1 voltou...
Hoje, no GP Total, foi ao ar a quinta coluna de Marcel Pilatti. Na pauta, a polêmica do regulamento, declarações insanas de Bernie Ecclestone, os treinos livres dessa sexta, entre outros.
Confiram Lá!

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

GP de Cingapura - Notas dos Pilotos

Felipe Massa
Marcel - 7,5
Felipe teve duas corridas distintas, nesse domingo. Na primeira, foi muito bem: A culpa no incidente foi da Ferrari, não há o que questionar. Fez uma ótima pole, no sábado, e no início da corrida vinha num ótimo ritmo. Nota dez. A partir daí, nova corrida: depois do desastre nos boxes, teve uma apresentação decepcionante. Escapou da pista duas vezes, foi ultrapassado por Kubica, rodou sozinho, e causou a batida de sutil... nota 5. Somando e dividindo por dois, dá sete e meio.
Cassio - 7
Pole espetacular, começou bem a corrida, mas perdeu-se após o erro da equipe.
média: 7,25
Kimi Räikkonen
Marcel - 6,5
Perdeu a chance de uma pole, largando em terceiro por muita sorte. Na corrida, marcou a melhor volta, como de costume - estabelecendo o recorde de voltas rápidas por temporada: 10, igualando a marca dele mesmo, em 2005, e de Schumacher, em 2004. Depois do pit stop, voltou no fundão, e vinha se recuperando, fazendo algumas ultrapassagens. Mas errou e bateu, sozinho.
Cassio - 4
Melhor volta da prova. Mais uma corrida sem pontuar. Que fase!
média: 5,25
Lewis Hamilton
Marcel - 8
No sábado, enfrentou alguns problemas nos treinos, quase não passando à Q3, e ficando muito acima do tempo de Massa na hora de garantir a pole. Mas fez uma boa corrida, conquistando algumas posições. Depois disso, soube também manter a calma na reta final e não arriscar o terceiro lugar assegurado, já que Massa não estava pontuando. Favorito ao título.
Cassio - 7
Inteligente, correu para o campeonato quando percebeu que a vitória era impossível.
média: 7,5
Heikki Kovalainen
Marcel - 4
"Uma prova estranha", como ele mesmo definiu. Pelo jeito, não vai superar Heidfeld na classificação, e se continuar assim, é capaz até de perder a sexta colocação para Alonso...
Cassio - 2
Largou mal, e não foi a primeira vez. Ficou atrás da Honda de Button.
média: 3
Robert Kubica
Marcel - 6,5
No sábado, fez o que pôde com seu carro. Na corrida, foi prejudicado pela punição. Não marcou pontos, perdendo a chance de se distanciar mais para Raikkonen e garantir uma terceira colocação no mundial, o que seria um grande feito para uma BMW. Boas ultrapassagens.
Cassio - 5
Bem nos treinos, se perdeu após a punição.
média: 5,75
Nick Heidfeld
Marcel - 7
Conquistou alguns pontos, mais uma vez terminando à frente de Kubica.
Cassio - 7
Não apareceu muito, mas fez o suficiente para pontuar.
média: 7
Fernando Alonso
Marcel - 9,5
O que Emerson Fittipaldi, Jacques Villeneuve, Reginaldo Leme, e 80% de quem acompanha a F1 atual têm em comum? Consideram Alonso o melhor piloto em atividade. Desculpe, Galvão.
Cassio - 10
Perfeito tanto na técnica quanto na sorte de campeão.
média: 9,75
Nelson Piquet
Marcel - 3
Filho de peixe, antes de virar peixinho... é girino. Talvez perca a vaga, ano que vem.
Cassio - 2
Péssimo nos treinos, rodou na corrida. Bye bye!!!
média: 2,5
Jarno Trulli
Marcel - 4
O abatimento físico do italiano ao fim da prova não nos deixa mentir: "vem, vamos embora...", diria Geraldo Vandré.
Cassio - 4
Pouco fez até parar por pane hidráulica.
média: 4
Timo Glock
Marcel - 7,5
Muito bem na corrida, tendo melhorado consideravelmente após o acidente sofrido na Alemanha, a exemplo do que viveu Kubica pós-Canadá 2007.
Cassio - 8
Ótima corrida e bom treino. Está ficando melhor que o Trulli.
média: 7,75
Sebastian Vettel
Marcel - 7,5
Vettel é o maior talento da novíssima geração (composta por ele, Kubica, Rosberg e Hamilton) de futuros grandes pilotos. Nessa corrida, mais uma apresentação sólida, com o quinto posto.
Cassio - 8
Bem de novo. Participou do Q3 e ainda mostrou talento no circuito de rua.
média: 7,75
Sebastian Bourdais
Marcel - 5
Pelo menos conseguiu segurar o Massa, no finalzinho, mesmo depois da entrada do último safety car.
Cassio - 3
Mal na classificação, passou reto na entrada do tunel. Se não fossem as áreas de escape...
média: 4
Mark Webber
Marcel - 4
Juntou-se a Barrichello e Piquet na "turma da volta 13" (é o número do azar?). Além de abandonar, foi superado por Glock, na tabela de pontos.
Cassio - 6
Vinha bem, até ter problemas no câmbio.
média: 5
David Coulthard
Marcel - 6,5
Dessa vez, ele não bateu em ninguém e ainda marcou um 7º lugar, chegando a 8 pontos. Sim, ele não foi mal como vinha se apresentando, mas isso não me impede de dizer: só faltam três!
Cassio - 6
Finalmente não se envolveu em acidentes!
média: 6,25
Nico Rosberg
Marcel - 9
Outro que fez uma corrida maiúscula, alcançando seu melhor resultado na carreira, superando o terceiro lugar da Austrália, esse ano. Poderia ter vencido. Fez a melhor ultrapassagem da corrida, sobre Trulli.
Cassio - 9
Compensou a punição com muito braço e garantiu o segundo lugar.
média: 9
Satoru Nakajima
Marcel - 6,5
Andou bem, também, fazendo algumas ultrapassagens e levando um pontinho. Parece que ele e Coulthard se deram bem em Cingapura. Os hospitais agradecem.
Cassio - 7
Mostrou arrojo na ultrapassagem sobre Trulli.
média: 6,75
Rubens Barrichello
Marcel - 3
Tá, não foi culpa dele o abandono, mas... tá triste a coisa.
Cassio - 2
Muito atrás do companheiro de equipe, teve uma pane inexplicável durante a corrida.
média: 2,5
Jenson Button
Marcel - 6
Quaaaaaaaaaase pontuou.
Cassio - 6
Levar a Honda ao nono lugar é um ótimo feito.
média: 6
Giancarlo Fisichella
Marcel - 3
Largou em último, seis abandonaram, e ele foi o 14º.
Cassio - 4
Rei das rodadas nos treinos, nada de notável fez na corrida.
média: 3,5
Adrian Sutil
Marcel - 4,5
Depois de Mônaco, com Raikkonen, agora é a vez de Massa arrebentar a corrida do garoto. E isso que a Force-India usa motores Ferrari. Já pensou se fosse Mercedes, Renault, BMW?
Cassio - 3
Se assustou com Massa atravessado a sua frente e bateu.
média: 3,75

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Os "Mais Jovens"

A vitória de Sebastian Vettel suscitou lembranças sobre quem foi o mais jovem piloto a vencer uma corrida na Fórmula 1, fato que tem sido muito divulgado. O F1 Critics vai agora relembrar as principais marcas de "juventude" na Fórmula 1, desde uma simples participação em GP até a conquista do campeonato mundial.
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Largada
O mais jovem piloto a largar em um GP é William (Billy) Garret que, no Grande Prêmio de Indianápolis de 1950, tinha 17 anos, 1 mês e 6 dias (!!!). Porém, nos anos 50, pilotos que disputavam Indy normalmente não corriam as outras etapas do calendário, e vice-versa.
Explica-se: no começo da década, as 500 milhas de Indianápolis faziam parte do calendário de Fórmula 1. Porém, muitos pilotos não viajavam para os EUA nessa data, e 95% do grid era formado apenas por americanos, que não conseguiam se classificar (nem tentavam) para o circuito europeu.
Desse modo, o mais jovem da história a largar em um GP de Fórmula 1 foi Mike Thackwell que, no GP da Holanda de 1980, alinhou no grid uma Tyrrel quando tinha apenas 19 anos, 5 meses e 1 dia.
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Classificação
O mais jovem piloto a terminar um GP é Fernando Alonso. Com sua incrível Minardi, Alonso, aos 19 anos, 8 meses e 5 dias, terminou na 12ª posição o Grande Prêmio da Austrália de 2001, justamente a primeira corrida do piloto espanhol na Fórmula 1 – que, por questão de 3 meses, não foi o recordista de largar mais jovem.
Naquela corrida, Fernando havia largado na 19ª posição, o que, para uma Minardi, é esplendoroso: ele largou à frente de Tarso Marques, seu companheiro de equipe, que foi o 22º (último). Fernando fez um tempo 2s571 melhor que o parceiro! Claro que Tarso Marques não é o melhor parâmetro, mas uma diferença tão grande, com o mesmo equipamento...
Alonso também partiu à frente de Gastón Mazzacane (20º), piloto da Prost, e de Luciano Burti (21º), que pilotava uma Jaguar. Ambos fizeram tempos no mesmo segundo (1m30s) de Alonso, o que reforça a idéia de massacre a Marques.
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Pontuação
A exemplo do recorde de largada, esse "quesito" também é discutido (e aqui com duas versões diferentes): se analisarmos superficialmente, o recorde pertence a Sebastian Vettel: No GP dos EUA de 2007 (quando o estreava substituindo o acidentado Robert Kubica), o alemão chegou na 8ª posição, somando, assim, um ponto. Tinha o jovem piloto 19 anos, 11 meses e 14 dias.
Porém, foi somente a partir de 2003 que o 7º e 8º colocados passaram a somar pontos. Se formos levar em conta esse aspecto, o mais jovem pilotos de todos os tempos a terminar uma corrida entre os 8 primeiros foi Chris Amon: No Grande Prêmio da França de 1963, Amon foi o 7º colocado com um RHH Parnell; tinha ele 19 anos, 11 meses e 9 dias.
Já se levarmos em conta a pontuação como era até o ano de 2002 - até o sexto colocado -, o inglês Jenson Button, hoje parceiro de Barrichello na Honda, seria o mais jovem: no GP do Brasil de 2000, seu segundo na categoria, Button completou a prova na sexta posição pilotando a renascente Williams. Ele tinha 20 anos, 2 meses e 7 dias naquela corrida.
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Pódio
Esse recorde é um dos três que de agora em diante serão pertencentes a Sebastian Vettel, e um dos três em que ele desbancou Fernando Alonso nesse último GP de Monza: no Grande Prêmio da Malásia de 2003, o segundo daquela temporada e 19º da carreira do espanhol, Alonso chegou na terceira posição com 21 anos, 7 meses e 24 dias. Agora, na Itália, Vettel atingiu o feito com 21 anos, 2 meses e 11 dias.
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Pole-position
A descrição é praticamente a mesma do recorde de pódios, mudando apenas em um dia a data, tendo em vista que os treinos acontecem aos sábados e as corridas aos domingos. Vettel é o mais jovem piloto a marcar pole-position em todos os tempos, com a brilhante marca de 21 anos, 2 meses e 10 dias. Alonso detinha o recorde, com 21 anos 7 meses e 23 dias.
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Volta mais Rápida
Nico Rosberg estreou na Fórmula 1 no GP do Bahrein de 2006 e logo nessa corrida marcou a melhor volta. Tinha o alemão apenas 20 anos, 8 meses e 18 dias.
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Vitória

A marca mais comentada do fim-de-semana. Vettel superou a marca de vencedor mais jovem da Fórmula 1. E, tal qual as outras duas marcas, o detentor anterior do recorde era Alonso. Mas diferentemente do espanhol, Vettel obteve as três marcas numa mesma corrida.
Alonso, embora fosse pole e chegasse ao pódio no GP da Malásia, levaria mais alguns GPs para vencer: o fez na Hungria, em 2003. Tinha, então, 22 anos e 26 dias. Vettel atingiu o feito com a mesma data citada nos pódios: 21 anos, 2 meses e 11 dias.
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Título
Embora tenha perdido o recorde de precocidade no que se refere a um único GP, Alonso ainda mantém a melhor marca de idade para vitória num campeonato. Quando, em 2005, o espanhol sagrou-se campeão do mundo em Interlagos, com 2 provas de antecipação, tinha apenas 24 anos, 2 meses e 1 dia.
Esse recorde, por muitos anos, pertenceu a Emerson Fittipaldi. Quando, em 1972, Emerson foi campeão do mundo em Monza, tinha 25 anos, 9 meses e 28 dias. Esse recorde de Alonso será quebrado esse ano caso Lewis Hamilton seja campeão mundial: o inglês, nascido em 7 de janeiro de 1985, terá completado 23 anos, 9 meses e 26 dias no GP do Brasil desse ano, 4 meses a menos do que Alonso tinha em Interlagos-2005.
Mas Alonso também possui seu nome registrado como o mais jovem bi-campeão (dois títulos sequenciais) de todos os tempos: no GP Brasil de 2006, Alonso tinha 25 anos, 2 meses e 23 dias. Esse recorde parece ser mais difícil de quebrar do que o primeiro.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

GP da Bélgica - Nota dos Pilotos

O F1 Critics resolveu fazer um metacomentário sobre a corrida: iremos apenas dar nossas notas, e transcrever a frase mais marcante de cada piloto no fim-de-semana; curiosamente, elas são o resumo perfeito do que foi a corrida para cada um deles...
Desde que começamos a fazer o "ranking", Felipe Massa vinha obtendo as melhores notas, e Hamilton vinha ficando em segundo. Dessa vez, um tríplice empate entre Hamilton, Alonso e Raikkonen, com média 8.75.
Massa segue líder do "campeonato F1 Critics" - ele deve estar muito preocupado -, pois obteve as maiores médias já registradas aqui: 10 na Hungria, e 9,5 em Valência. Somando aos 6.5 de agora, fica com 8.67. Lewis é o vice, com 8.58 na média geral.

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Felipe Massa

Cassio - 6
Marcel - 7

"eu parecia um bundão guiando"

média: 6.5

Kimi Räikkonen

Cassio - 9
Marcel - 8.5

"o segundo lugar não me interessava"

média: 8.75

Lewis Hamilton

Cassio - 8.5
Marcel - 9

"não fiz nada de errado"

média: 8.75

Heikki Kovalainen

Cassio - 6
Marcel - 6

"Corridas são corridas"

média: 6

Robert Kubica

Cassio - 6.5
Marcel - 6

"a equipe tem que olhar mais pra mim"

média: 6.25

Nick Heidfeld

Cassio - 9
Marcel - 8

"falei para eles: 'ou vai ou racha'"

média: 8.5

Jarno Trulli

Cassio - 5
Marcel - 5

"tive azar"

média: 5

Timo Glock

Cassio - 6
Marcel - 6

"estou contente em ter pontuado pela 3ª corrida seguida" (mal sabia ele que...)

média: 6

Mark Webber

Cassio - 6
Marcel - 6

"estou contente em ter voltado a pontuar" (depois que deram o presente do Glock...)

média: 6

David Coulthard

Cassio - 4
Marcel - 3

"eu vou me aposentar esse ano"

média: 3.5

Fernando Alonso

Cassio - 9
Marcel - 8,5

"fiz o máximo que podia"

média: 8.75

Nelsinho Piquet

Cassio - 6
Marcel - 4,5

"pisei na linha branca"

média: 5.25

Sebastian Vettel

Cassio - 7
Marcel - 7

"se não fosse o Alonso me passar na última curva..."
média: 7

Sebastién Bourdais

Cassio - 7,5
Marcel - 8
"é bom voltar a pontuar"

média: 7.75

Nico Rosberg

Cassio - 6
Marcel - 5

"não foi uma corrida muito empolgante pra mim"

média: 5.5

Kazuki Nakajima

Cassio - 3
Marcel - 3

"preciso me adaptar às pistas"

média: 3

Jenson Button

Cassio - 4
Marcel - 4.5

"foi um fim-de-semana difícil"

média: 4.25

Rubens Barrichello

Cassio - 4
Marcel - 4

"eu perdi a 6ª marcha"

média: 4

Giancarlo Fisichella

Cassio - 3
Marcel - 4,5

"O 17º lugar não foi tão ruim assim"

média: 3.75

Adrian Sutil

Cassio - 5
Marcel - 5

"foi uma corrida forte para nós"

média: 5

sábado, 7 de junho de 2008

Canadá 2008 - Treinos

Nessa tarde de sábado, definiu-se o grid de largada do Grande Prêmio do Canadá de 2008. Pela segunda vez no ano, o inglês Lewis Hamilton largará na pole-position, repetindo seu desempenho nos treinos da prova de abertura da temporada (Austrália).

O segundo colocado foi o ótimo polonês Robert Kubica, da BMW, que por um momento teve grande chances de ser o 1º, sendo superado nos segundos finais por Hamilton. Kimi Raikkonen, da Ferrari, foi o terceiro. Em quarto... Fernando Alonso, com a cadeira elétrica da Renault - nota: o piloto espanhol está em processo de canonização, devido ao milagre operado na frente de 1 bilhão de espectadores.

Na quinta posição, surge o também surpreendente Nico Rosberg, com a Williams. Felipe "mais pesado com certeza" Massa foi apenas o sexto, na pista onde "costuma andar bem" (sic - Gavlvão Bueno). No sétimo e oitavo lugares, os outros segundos pilotos das equipes de ponta: Kovalainen (McLaren) e Heidfeld (BMW).

Em nono lugar, o beato Rubens Barrichello que, com um dos três piores carros do grid, fica à frente de Red-Bull e Toyota, além de superar uma Williams, e o companheiro de equipe. Nelson "vai dar um pau no Alonso" Piquet (sic - Nelsão) larga em 15° e pode estar nas suas últimas corridas na F-1.

Palpites? A tendência é uma vitória de Hamilton, ampliando a liderança e sendo o primeiro a vencer 3 GPs no ano. Mas Kubica pode surpreender e fazer sua estréia como vencedor - diga-se de passagem, o polaco é braço e vem fazendo por merecer. Ah, pode ser, também, que Raikkonen acorde.

Dos pilotos atuais, apenas Kimi (2005), Alonso (2006) e Hamilton (2007) venceram na pista que leva o nome do lendário Gilles Vileneuve. Falando no genial piloto, segue um vídeo que deveria servir de aula para um certo alguém que anda na mesma equipe dele.