Um blog original e imparcial sobre a categoria máxima do automobilismo. Neste espaço você irá encontrar notícias comentadas, vídeos, fotos, curiosidades, análises, história e muita opinião.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Legends
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Ultrapassagens
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Senna não é Pelé (Ainda bem!) - parte 2
Segundo AL, "Pelé está absolutamente acima e foi muito melhor que todos e quaisquer outros jogadores desde a criação do esporte", enquanto que "Senna está no mesmo nível de quase uma dezena de pilotos".
domingo, 2 de maio de 2010
16 anos... - parte 2
É importante lembrar que a Tamburello deixaria de existir em 1995 dando lugar a uma chicane, vários metros distante do muro. O último GP de San Marino aconteceu em 2006.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Do Baú... - parte 7
sexta-feira, 23 de abril de 2010
80s, 90s, 00s...
segunda-feira, 29 de março de 2010
GP da Austrália - Comentários
(Monza-2008) e Fisichela (Bélgica-2009) como um dos poucos que conseguiram inverter de ponta-cabeça o fator carro na Fórmula 1 pós-2000. Corridaça.//
A Fórmula 1 parece estar, aos poucos, voltando às suas grandes épocas. Por fim, pode-se dizer que essa prova foi a melhor desde a lendária Interlagos-2008. E que venha a Malásia.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Silverstone

quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Do Baú... - Parte 4
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Notícias - Parte 15
quinta-feira, 19 de março de 2009
Do Baú... - Parte 3
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
A grande vitória de Piquet
Em San Marino, conquista uma honrosa 5ª posição, após largar em nono. Na prova posterior, em Mônaco, abandona com problemas mecânicos. Mas no Canadá, 5ª etapa, Piquet dá sua primeira grande demonstração de força: partindo em 5º – sua melhor largada no ano – terminou em segundo, após vencer um duríssimo duelo com a dupla da Ferrari. De quebra, com a vitória de Senna completou a primeira dobradinha brasileira desde setembro de 1987.
No entanto, apesar da bela vitória – que o colocava agora na quarta colocação no mundial –, ainda circulavam dúvidas quanto à real possibilidade de Piquet subir na tabela, uma vez que a primeira colocação no Japão foi atribuída muito mais à sorte do que ao seu talento natural ou à melhora que ele trouxe ao equipamento. Com o título mundial já decidido, a Fórmula 1 rumava à Austrália para aquele que seria o 500º Grande Prêmio de sua história.
Foi uma verdadeira aula de determinação e técnica do piloto brasileiro, mostrando ao mundo por que era tricampeão mundial. Tudo isso, como vimos, aos 38 anos de idade. Mas o saldo daquela manobra seria muito maior: Piquet igualava o número de vitórias obtidas por todos os pilotos da equipe Benetton em seis anos de existência; Seus 44 pontos no mundial eram maiores que todas as pontuações da equipe, inclusive em mundiais de construtores (!); E passava a ser o piloto com o maior número de quilômetros percorridos em 1990.
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Resultado do GP da Austrália de 1990:
1) Nelson Piquet (Benetton-Ford-HB B190), 81 voltas em 1h49min44s570
2) Nigel Mansell (Ferrari F90-2), + 3.129
3) Alain Prost (Ferrari F90-2), + 37.259
4) Gerhard Berger (McLaren-Honda MP4-5B), + 46.862
5) Thierry Boutsen (Williams-Renault FW-13B), + 1:51.160
6) Riccardo Patrese (Williams-Renault FW-13B), + 1 volta
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Do baú... - Parte 2
Essa pérola foi tirada antes do Grande Prêmio da Austrália de 1990, etapa que encerrava a temporada daquele ano, corrida que Piquet venceu e que sagrou o segundo título de Senna. Creio que essa seja a maior reunião de títulos mundiais já feita numa foto. São nada menos que 19 campeonatos de Fórmula 1.
Em pé: James Hunt (1976), Jackie Stewart (1969-71-73) e Denny Hulme (1967). Sentados: Nelson Piquet (1981-83-87), Juan Manuel Fangio (1951-54-55-56-57), Ayrton Senna (1988-90-91) e Jack Brabham (1959-60-66).
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
As 99 vitórias brasileiras na Fórmula 1...
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Do baú...
1) Silverstone, 1983
2) Mille Miglia, 1950
crédito: Alberto Sorlini, no livro "Tazio Vivo"
domingo, 12 de outubro de 2008
Mais uma?!

A descrição acima parece perfeitamente se encaixar com a situação de Fernando Alonso em 2008, certo? Mas eu estava falando de Nelson Piquet (o pai), em 1990.
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Se a vitória de Alonso, em Cingapura, foi "de sorte", a de Piquet no Japão também havia sido: o acidente de Senna e Prost, e as quebras de Mansell e Berger, dando de herança a primeira colocação para Nelson. Porém, na Austrália, Piquet venceu no braço, tendo como único "fator sorte" a quebra de Senna a 20 voltas do fim - Ayrton vinha em primeiro.
forte: até metade da corrida (pouco antes da segunda parada), fôra ele o autor das 3 voltas mais rápidas do circuito!///
apenas olhando-os, analisar se este ou aquele é melhor: há todo um contexto, e diversas situações envolvidas. Por isso, embora tenha 8 pilotos com mais títulos (Schumy, Fangio, Prost, Senna, Piquet, Stewart, Lauda e Brabham), e outros 5 com os mesmos 2 campeonatos conquistados (Ascari, G. Hill, Clark, Fittipaldi e Häkkinen), Alonso já está alinhado entres os 10 melhores pilotos de Fórmula 1 já surgidos.
E não falo da evolução da equipe francesa apenas no sentido estatístico: me refiro ao desempenho. É só puxarmos um pouco na memória, e vermos o que era a Renault: nem se classificava entre os dez primeiros, nos treinos. Alonso se classificou entre os dez primeiros em 14 das 16 corridas do ano, tendo se classificado uma vez na primeira fila, e noutras duas na segunda.quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Outros tempos...
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
As voltas mais rápidas de Senna - Partes 1 e 2
Senna tinha na pole position sua especialidade e, mesmo deixando de ser o recordista nos últimos dias de Schumacher, nem mesmo os fãs do alemão podem contestar a superioridade de Ayrton nesse quesito.segunda-feira, 25 de agosto de 2008
Se cuida, Galvão!
domingo, 3 de agosto de 2008
GP da Hungria 2008
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O GP da Hungria de 2008 pode, e deve, passar para a história futura, por alguns motivos:
1) por ter sido a primeira vitória de Heikki Kovalainen;
2) por ter sido o primeiro pódio de Timo Glock;
3) por ter sido um dos grandes "azares" da Fórmula 1 moderna.
A partir de então, o que se viu foi a melhor corrida da carreira de Felipe, sem sombra de dúvidas. O piloto, vencedor de 8 GPs até hoje, nunca havia pilotado tão bem, nem mesmo nas suas três vitórias consecutivas na Turquia.
- O líder Hamilton fez duas corridas grosseiras não pontuando (Bahrein, 13º, e França, 10º), e abandonou uma vez (Canadá), por erro; Teve duas corridas fora do pódio (Malásia e Hungria, 5º).
- o vice Raikkonen teve uma corrida grosseira onde não pontuou (Mônaco, 9º), sofreu um abandono por problemas mecânicos (Austrália), foi tirado da prova uma vez (Canadá), teve duas corridas sem pódio (Alemanha e Inglaterra) e teve uma vitória perdida por falha no carro (França);
- o terceiro Massa teve um abandono por erro (Malásia), duas vezes por falha no carro (Austrália e Hungria), uma corridas sem pódio (Canadá) e uma prova grosseira, sem pontos (Inglaterra).
No balanço dos problemas mecânicos, Lewis segue ileso (aliás, ele nunca teve um carro quebrado, e a McLaren também não, desde 2007), enquanto Kimi e Massa sofreram dois. Os prejuízos de Massa, nesse quesito, foram maiores, pois não somou nada, contra os oito pontos de Kimi na França – embora aqui Massa tenha sido beneficiado de forma inquestionável.
Já na parte dos erros, Massa e Lewis empatam, com 1 abandono cada; Kimi, segue “a la Prost”, sem ser vítima das próprias bobagens, ou melhor: não abandonando por conta delas.
Na parte “boa”, o líder é quem mais venceu, e o vice é quem mais foi ao pódio. Mas, repito, o campeonato continua totalmente aberto: 8 pontos separam o 1º do 3º, tendo ainda 70 pontos em jogo.
A corrida de ontem (justamente pelo fato de Kimi e Lewis, embora beneficiados, não terem saído da Hungria com o máximo de pontos) não será o “X FACTOR” da decisão do título. Pesa, mesmo, a tristeza de uma vitória “roubada”.
Eu não sou fã de Massa, mas confesso que, pensando bem, não há como felicitar-se com sua derrota – falha da equipe - porque ele correu DEMAIS. Além disso, desde a absolutamente infeliz declaração do pretenso “maior de todos os tempos” peso a favor de Massa, principalmente se o embate for limitado entre ele e Hamilton – por toda a mesquinharia da McLaren no ano de 2007.
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Na história, temos grandes casos em que o carro aniquilou um título certeiro: os mais notáveis são o de Nigel Mansell, em 86, com um pneu estourado – já postamos o video aqui – quando o inglês precisava apenas de uma 3ª posição para o título, e o de Senna em 89, quando teve 5 (cinco!!!) quebras, 4 seguidas, TODAS liderando o GP. Temos também a incrível derrota de Jim Clark, em 1962, quando, na última corrida, liderava com meio minuto de vantagem e o óleo começa a vazar de seu carro.
Mas a injustiça à Massa, ontem, me fez “eleger” as 5 maiores vitórias imerecidas da Fórmula 1 moderna. Poderíamos anotar aqui a vitória de Villeneneuve, na Hungria-97, mas como o "vencedor moral" Hill chegou em segundo, colocaremos esse caso no mesmo nível de Raikkonen na França, esse ano. Por outro lado, tivemos a ridícula vitória de Olivier Panis em Mônaco-96 (quando o piloto sequer sabia que havia vencido) ou a de Patrese, nesse mesmo circuito em 1982. Mas essas corridas “caíram no colo” por conta de milhões de batidas (entraria aí nessa galeria de “corrida loteria” a vitória do citado Hill, na Bélgica-98).
A vitória de Kovalainen figura na 4ª posição. Vejamos as outras 4 (em ordem decrescente):
5ª posição: San Marino, 1985
Vencedor: Elio de Angelis
Mérito: Ayrton Senna
Senna fez a pole na pista que terminaria por ceifar-lhe a vida. Com um carro muito inferior às McLaren e Ferrari, domina o GP de forma inquestionável, inclusive tomando a posição de Prost – simplesmente porque tangenciava melhor nas curvas e era mais arrojado, enquanto que o francês o passava só e unicamente nas retas. Ayrton abandona na 57ª de 60 voltas, por falta de gasolina, e a vitória fica com Prost, que seria desclassificado. De Angelis terminara em segundo, quase 40 segundos atrás, e ganhou de presente uma vitória em casa.
Não influenciou, decisivamente, no campeonato. Prost, campeão, marcou 76 pontos, ante 38 de Senna, que foi 4º e não esteve na briga direta.
Vencedor: Fernando Alonso
Mérito: Kimi Raikkonen
Embora a cena da suspensão quebrada seja extremamente marcante, talvez essa vitória tenha sido a menos “sortuda” da nossa lista. Coloco nessa posição por ter sido na última volta. Mas Alonso, que vinha em segundo, ao contrário de Kovalainen, De Angelis e dos outros dois que citarei, é o que andava mais próximo do real vencedor: Alonso abriu a última volta pouco mais de 1 segundo atrás de Kimi, e ainda foi o autor da melhor volta naquele dia.
Não influenciou, decisivamente, no campeonato. Alonso seria campeão, com133 pontos, ante 112 de Raikkonen. Ademais, Alonso também teve infortúnios mecânicos, como no Canadá – vitória de Kimi.
2ª posição: Canadá, 1991
Vencedor: Nelson Piquet
Mérito: Nigel Mansell
Essa é certamente a “vitória no colo” mais lembrada de todas. Mas então, por quê não está em primeiro lugar? Porque, ao contrário das outras 4 do nosso “TOP”, foi a única que não teve uma falha mecânica como motivo preponderante: Ok, o carro de Mansell apagou, mas não foi o motor que estourou, a suspensão que arrebentou nem a gasolina que cessou: o inglês – lendário, ao mesmo tempo, por manobras espetaculares e erros toscos – estava tão à frente de Piquet (perto de 1min) que não perdia mais. Começou a dar “tchauzinho” para a torcida, o carro achou que a lentidão extrema era outra coisa, e “se” desligou.
Não influenciou, decisivamente, no campeonato: Ayrton Senna seria campeão nesse ano, com 101 (96 válidos) pontos ante 75 (72 válidos) de Mansell. Além disso, nessa mesma prova, o brasileiro teve uma quebra. E Piquet não teria carro para disputar o título.
1ª posição: Espanha, 2001.
Vencedor: Michael Schumacher
Mérito: Mika Häkkinen
Sem dúvida a maior das injustiças que pude presenciar. Häkkinen dominou aquela corrida de maneira avassaladora: largou em segundo, mas passou Schumy nas 20 voltas finais, e “foi embora”. Seguiu dominando. Abriu a última volta na liderança, e tinha mais de 30 segundos sobre Schumacher. A vitória era certíssima. No entanto, faltando 5 curvas para o final, Mika começa a andar lento, lento, e de repente, a fumaça aparece. Schumacher estava abrindo sua volta quando Mika já encostava o carro. Uma derrota ímpar.
Não influenciou, decisivamente, no campeonato. Hakkinen sequer disputou o título naquele ano, em que se aposentaria, e nem mesmo disputou todos os GPs. Por outro lado, Schumacher marcaria quase o dobro de pontos do vice-campeão, Coulthard.
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Em que lugar, os amigos leitores, vão enquadrar Hungria-2008 ao fim da temporada?...




